• Não avaliar os alunos porque é uma coisa discriminatória, elitista e pouco inclusiva. E porque as retenções são caras.
  • Não passar trabalhos de casa porque aumenta as desigualdades, aborrece os pais e cansa a miudagem.

A seguir e porque não, proponho eu:

  • O fim dos currículos e programas porque estão desactualizados e estão eternamente condenados a está-lo, pelo que o melhor é ficarmos por umas conversas acerca disso. Cada um disserta sobre um tema a seu gosto e, desde que cumpra o número de palavras e se sinta feliz com isso, está passado.
  • O fim das aulas formais porque é uma chatice e é mais giro se tudo for por e-learning e com base em jogos no feici. A medida tem o bónus suplementar de acabar com toda a burocracia ligada à assiduidade e de diminuir a indisciplina nas aulas. em vez de avaliação teríamos um concurso de popularidade, baseada nos laikes em vídeos munta giros.
  • O fim dos professores, pois o pós-modernismo e o multiculturalismo boaventuriano nos ensinou que não existem categorias fixas e imutáveis, que o conhecimento é relativo, os paradigmas meras convenções e que as posições de autoridade em matéria de saber ou não, ensinar ou aprender não passam de posições em movimento num cenário em que os actores mudam de papel a cada momento.
  • O fim das escolas, organização típica de um taylorismo capitalista e de uma massificação fordiana, como consequência do novo paradigma educacional acima descrito, muito mais humanista, muito mais focado no indivíduo, na sua liberdade enquanto aprendente num mundo globalizado, sem fronteiras, sem portões, sem toques, sem vedações.