Quinta-feira, 4 de Dezembro, 2014


Van Morrison, Bright Side of the Road

Parece que vai fazer um bocado de frio e estamos apenas em Dezembro. O INEM recomenda cuidado, pois parece que nunca aconteceu tal coisa.

É que eu estava mesmo convencido que só os psiquiatras podiam fazer tais diagnósticos e passar receitas. Afinal, são os educadores e professores…

(a menos que existam especialistas e profissionais de “saúde mental” que não façam o seu trabalho e receitem qualquer coisa que lhes peçam sem avaliarem devidamente a criança ou adolescente…)

Tenho de receitar-me qualquer coisa para não mandar estes tipos para um qualquer sítio esconso.

Álvaro Carvalho critica a existência de “crianças e adolescentes medicadas com metanfetaminas para supostas hiperatividades”, obtidas em “diagnósticos rápidos feitos por educadores, professores e pais” – quando “é natural que as crianças se mostrem instáveis em ambiente onde não se sentem bem” – contribuindo, muito provavelmente, para o significativo aumento de consumo do metilfenidato.

Sobre esta matéria, o relatório deixa no ar a questão: “será que esta fúria farmacoterapêutica está isenta de consequências no funcionamento mental futuro de quem é alvo passivo de decisões tão pouco prudentes?”.

Álvaro Carvalho considera que estas crianças e adolescentes têm um risco acrescido de desenvolver défices cognitivos ou doenças que possam aumentar a morbilidade e a mortalidade.

Serviços mínimos em dia de greve provocam nova colisão entre MEC e FENPROF

Quando se fala de provas são só as que realizam os alunos ou também as feitas pelos professores? É esta a questão com a greve marcada para dia 19.

cfChibo esta malta toda!

Câmara de Cascais vai averiguar licenciamento ilegal de obras em casas de ministros

(…)

A realização de obras nas residências de Maria Luís Albuquerque, na Parede, e de António Pires de Lima, no Estoril, foi realizada de forma ilegal.

Em duas vistorias realizadas às residências dos agora ministros (os técnicos foram a casa de Pires de Lima em Abril de 2013 e de Maria Luís Albuquerque em Junho de 2013), foram detectadas irregularidades nas obras de ampliação dos terrenos. As falhas foram corrigidas, mas não houve nenhuma vistoria para o confirmar que as obras estavam a ser realizadas conforme a lei.

Para além disso, os despachos camarários em que é dito que as alterações pedidas pelos técnicos foram realizadas nas casas dos dois ministros não foram assinados por todos os técnicos que realizaram as vistorias. Só surgem as assinaturas de duas técnicas, faltando o terceiro – o que é ilegal, como apurou a SÁBADO.

O despacho foi assinado a 10 de Setembro de 2013, menos de três semanas antes das eleições autárquicas que elegeram Carlos Carreiras (que já era presidente da câmara depois da saída de António Capucho, como prevê a lei).

eacontar

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