Aquelas imensas conversas de caracterização dos alunos da turma que metem demasiadas tergiversações e circunvoluções sobre diversos estados (de saúde, conjugais) dos indivíduos e famílias parece que podem considerar-se devassa da privacidade, caso não existam consentimentos explícitos.

Eu bem que digo que deixo de ouvir a partir de dada altura aquilo que insistem em dizer-me sem eu ter vontade de ouvir.

Depois passo por desatento, mas apenas tento cumprir a lei…