Em meu entender, a primeira parte foi globalmente demasiado teórica, como acabei por dizer, algo estratosférica, filosófica, utópica, muito ligada à especialidade académica de parte dos intervenientes.

Na segunda parte desceu-se um pouco à Terra, mas era para isso que eu lá estava, de certa forma como o participante ligado ao quotidiano das escolas. Nota-se que não fui brindado com a tolerância que existiu para as longas intervenções da 1ª parte, mas eu também fiz as minhas maldades

Nunca dá para falar tudo o que gostaríamos, pelo que há opções a fazer, em especial quando não se leva um guião para despejar e se vai construindo, ao ouvir os sete intervenientes anteriores, um fio condutor para a intervenção.

Quiçá, um dia, se possa ter um programa com um ou dois teóricos e 6 ou 7 intervenientes com experiência concreta, micro, mesmo que se considerem como “narrativas” o que são apenas realidades.

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