… que metade dos professores colocados a semana passada já se foram embora para outras paragens.

Este modelo de colocações, que nunca é por demais explicar que funciona assim à parva por ser descentralizado e permitir que uma pessoa seja colocada dezenas de vezes ou em dias e semanas seguidas e (em nome da liberdade de escolha, hélas!) ir escolhendo as hipóteses menos malignas, é um portento da estupidez de que não se pode responsabilizar apenas um director-geral, as pobres das maquinetas ou o algoritmo que não nasce de geração espontânea.

Este modelo está profundamente errado, mas aproveitar isso para avançar para uma ainda maior desregulação das colocações dos professores contratados (e mais tarde… as próprias entradas nos quadros?) é apenas aprofundar o buraco em que nos enfiaram.

Eu sei que o spin metido nisto até parece funcionar junto dos pobres de espírito e dos convertidos ao disparate, mas é muito importante sublinhar que os sacrificados maiores são os alunos, mesmo se o tempo está bom para um horário cheio de furos à segunda metade dos anos 70 e para um ajustamento maior dos namoros da estação.

Mas, claro… para a semana está tudo resolvido.