Mas precisam de uma legitimação das “bases” que desprezaram nos momentos em que teria sido mais importante consultá-las.

Não sabem o que fazer, apenas o que lhes mandam fazer.

A “onda” está aí… já temos decidido quem é o próximo PM e agora é importante “marcar posições no terreno”, por causa do “pós”. A rua volta a ser uma arma táctica de guerrilha interna, no território para cá do laranjal.

(aviso desde já que desgosto irremediavelmente das maiorias absolutas…)

O mexilhão observa, não vai em reuniões e as manifestações voltaram para o museu de cera de onde saíram durante um par de anos, mas a culpa será sempre dele, faça ou não faça.