Está sol:

Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional dos Diretores Escolares (ANDE), admite que no início da próxima semana já só existam casos residuais de falta de professores.

Os diretores escolares passaram o dia de ontem a contactar professores para os horários disponíveis. «As escolas não fizeram outra coisa senão tentar preencher as vagas que faltam, contactando via telefone os candidatos. Na pior das hipóteses, em meados da próxima semana penso que o problema estará resolvido».

Está muito nublado:

A contratação de professores diretamente pelas escolas está a decorrer a conta-gotas: as listas enviadas às escolas pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) estão “desatualizadas” e algumas inacessíveis, acusam os diretores. Resultado: muitos horários não foram preenchidos e, por isso, continua a haver professores em falta (os sindicatos estimam em dois mil) e milhares de alunos sem aulas. Houve casos de professores que ficaram colocados em todos os horários disponíveis numa escola.

“A bolsa está teoricamente nas nossas mãos, mas a lista de professores não está atualizada, porque data de 3 de outubro, quando a última colocação de professores foi a 10 de outubro. Deveríamos ter recebido uma lista com a situação em que se encontravam os professores na sexta-feira”, afirmou à Lusa Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares. Além disso, os diretores não tiveram acesso aos contactos telefónicos dos docentes disponíveis. O MEC esclareceu que “os diretores têm de aprovar os horários na plataforma para terem acesso às listas”.

Também eu tenho momentos, no mesmo dia, de melhor ou pior humor.