Embora seja um argumento muito comum, nas eleições escolhem-se deputados e não membros do Governo, muito menos ministros.

Com tantos putos tóxicos ao seu redor com formações rebrilhantes em imensas coisas (quantas delas no estrangeiro desenvolvido), era tempo de o senhor PM começar a dizer umas coisitas mais fundamentadas e menos vacuidades sem sentido.

O chefe do Governo não só defende a atuação do seu ministro da Educação, Nuno Crato, como esclarece que “os países mais desenvolvidos não são aqueles que resolvem os seus problemas (…) a substituir membros do governo e da administração”. Passos Coelho falava em Esposende, na inauguração de um centro escolar, quando sublinhou que o voto é o único lugar onde se julgam os membros do Governo.