mandam que o lucro seja repartido, que a iniciativa privada comande as empresas e que o colectivo dos cidadãos defina a educação que lhe forneça a confirmação da melhoria do equilíbrio sucessivamente optimizado.

E que a comunicação social não seja empresarial nem permeável a trampolins de auto-representantes.

Já agora e necessariamente, que a forma e substância de verificar tal equilíbrio sucessivo não continue a ser efectivada por inimputáveis.