Segunda-feira, 6 de Outubro, 2014


U2, Where the Streets Have No Names

jca

Aquilo que referi ali é verdade, pela lógica – da qual se sabe não ser uma batata, a não ser que seja educativa, a chamada salsicha falsa batatóide – não se entende como é que desapareci de uma das escolas. Insultaram a minha auto-estima-de-comparação!

 

Deve ser da “fórmula boa”, putrecrática de boa…

É o que diz a tia Raquel da mão coisa.

raquel

… efectiva das declarações dos candidatos, ao contrário dos procedimentos em que as escolas tinham de as validar.

Por isso, Arlindo, a questão é do tipo “pescadinha de rabo na boca”. Quem garante que é agora colocado quem deu as respostas verdadeiras?

O modelo tem de mudar de cima abaixo e deixar-se de inovações que só descambam em disparate.

 

Recebi mais um desabafo, assinado por Rute Moreira, em tudo similar a este, que também foi enviado por email para a DGEstE, DGEsTE Delegação Norte, DGAE, ANVPC, Blog DeArlindo e César Israel Paulo. Diz a autira que enviou toda a documentação para as entidades do MEC por correio registado com AR a fim de obter resposta.

É também por esta via, de luta individual, que se conseguem construir resistências ao arbítrio.

Porquê?

Mas os problemas não eram todos residuais e periféricos?

Assim sendo, para quê “dois grandes procedimentos concursais”?

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