Já perceberam que o raio da agilizações e flexibilizações dos concursos só têm dado em asneira, certo?

À inépcia juntam-se outras coisas que agora me desgosta qualificar.

Sim, pois, sou estalinista, centralista e nhurro como o raio que me parta (a inteligência nasceu toda para quem poderia ter feito outra coisa, não fez e agora culpa os máriosnogueiras), mas a velhinha lista de graduação profissional é uma ferramenta da qual muita gente desdenha, mas raramente por boas razões ou para fazer melhor.

Se temos o dever de melhorar, se é essencial mudar?

Sim, quiçá, mas… já pensaram que mudar para melhor é mudar para melhor?

E que nestas coisas a margem para errar são deve ser encarada como uma porta larguíssima, por onde tudo passa e tudo se desculpa como sendo natural?