Segunda-feira, 29 de Setembro, 2014


The Style Council, Shout to the Top

… nem que permitam 3 chamadas por cada fase.

Caos no início do ano vai afetar notas finais

Confederação Nacional de Associações de Pais dá voz a “indignação” das famílias.

A nova moradora cá de casa chegou antes das 18, andou por aí, foram-lhe mostrados os espaços e pelas 19 já tinha tudo dominado, usado o seu wc particular, obviamente o refeitório, e culminou o processo no cesto que lhe estava preparado para descansar, como se soubesse, desde sempre, que era aquele e não qualquer tapete, cama, sofá ou cadeira.

É dar-lhe uns meses (semanas?)  e meto-a no concurso para provimento do lugar de dgae.

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… porque atribuir zero à graduação mais baixa, implica que toda a gente com menos de 9,5 seja excluída do concurso.

É mais simples (e mais óbvio) atribuir apenas o valor 20 ao valor máximo e fazer a conversão proporcional a partir daí, não atribuindo esse zero a ninguém, por ser injusto e implicar a exclusão de inúmeros candidatos (todos os que tenham menos de 47,5% do valor máximo, bastando haver um candidato com uma graduação de 40 valores para um com 19 ser excluído com base na lei dos concursos) sem que exista razão para isso.

E explica: “Verificando-se que uma das escalas (a relativa à graduação profissional) é aberta (porque não tem limite superior) e a outra é fechada (sempre entre 0 e 20), a única solução é procurar, no universo de todos os professores concorrentes, quais os valores máximo e mínimo de graduação profissional; tomar o valor mínimo de graduação profissional para zero da escala e o valor máximo como 20; converter proporcionalmente as notas graduação profissional de todos os professores para esta nova escala de 0 e 20; e, finalmente, calcular a média aritmética (com estas harmonizações) das notas da graduação profissional e da avaliação curricular”.

Já concordo com isto:

Não vejo, por isso, que razões possa ter o MEC para não a divulgar, assim como não entendo a demora na reelaboração das listas – com computadores isto resolve-se numa hora”, afirmou Jorge Buescu, frisando que a matéria “faz parte de um bem estabelecido ramo da Matemática e Teoria da Decisão, a Análise Multicritério, desenvolvido precisamente para concursos em que é necessário ponderar vários critérios”.

O problema mesmo é o tal critério de exclusão abaixo dos 9,5 valores. Acho que a minha solução leva a menos exclusões de acordo com a lei.

Claro que o raio da lei pode ser alterada…

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) pagou ilegalmente à PT 4,9 milhões de euros pela rede de banda larga que liga as escolas. Entre Maio de 2011 e Novembro de 2012, a quantia foi paga através de ajustes directos e adjudicações irregulares, sem concursos públicos obrigatórios, e de acordos de transacção, sem o visto prévio do Tribunal de Contas (TdC) nem a autorização do próprio ministro da Educação e Ciência e da ministra das Finanças para que a despesa fosse realizada. Além disso, durante sete meses e meio, a PT forneceu o serviço sem contrato.

A conclusão é do TdC após uma auditoria à Direcção-Geral de Estatística da Educação e Ciência (DGEEC) cujo relatório, finalizado em Julho, foi divulgado este mês no site do tribunal. No documento, os juízes responsabilizam, entre outros dirigentes, o actual secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, pelas “ilegalidades” verificadas. A multa máxima a aplicar pode ascender a 18.360 euros.

A Justiça quando nasce, deve ser para todos.

(até porque parte do dinheiro deve ter acabado no BES, cortesia do Granadeiro)

… após a segunda reserva de recrutamento:

(…)

– as colocações só são conhecidas pelas escolas através das listas; na plataforma SIGRHE onde são pedidos os horários surge a indicação de que estão em processamento na Reserva de Recrutamento; em consequência, os docentes colocados na 6f não conseguem fazer a aceitação na plataforma (foi o que me informou um dos docentes) e as escolas não podem dar seguimento em casos de horários para os quais há necessidade de pedir substituição do docente que se apresentou e de imediato apresentou atestado médico;

– os horários de 6 horas continuam “válidos” mas supostamente deveriam ter ido para contratação de escola; há 15 dias que estão nesse ponto e os alunos sem aulas;

– da DGAE não há telefones para atender as escolas e a DGEstE nada sabe dizer para elucidar quanto ao que fazer; apenas pedem que lhes enviemos emails a relatar para que reencaminhem para a DGAE (do tipo posto de correios mas eletrónico).

(…)

O que fazia ali, em pleno primeiro plano, a madrinha?

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