E ficamos a perceber que os seus padrões de “qualidade” deixam muito a desejar.

Numa entrevista por escrito, Maria de Lurdes Rodrigues mantém que foi condenada sem provas, num processo que assume estar a sair-lhe caro financeiramente e do ponto de vista da imagem. Não se rende: vai contestar e manterá a agenda, que contempla um ciclo de conferências. E insiste que o trabalho pedido a João Pedroso, motivo do processo, tem “qualidade.