Terça-feira, 9 de Setembro, 2014


David Bowie, Ashes to Ashes

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E sou obrigado a confirmar que o António Costa foi atropelado por um (inesperado) animal razoavelmente feroz.

O engenheiro deve ter roído as unhas até ao cotovelo.

O seu homem, fora da Quadratura do Círculo, perde o brilho.

Escreve o Paulo Prudêncio que o actual MEC fez declarações muito assertivas quanto à sua vontade acabar com a “indignidade” dos horários-zero.

Não vi, nem ouvi, mas acredito no Paulo e na imprensa, pelo que vou contribuir para esse desiderato que Nuno Crato – matematicus emeritus et pluribus unum e coiso e tal – repete há já algum tempo, com uma proposta.

É a modos que assim:

Em finais de Setembro do ano passado o MEC afirmava que existiam cerca ou perto de 1200 horários-zero (em 2012 eram mais de 1700), que ao longo do ano se foram reduzindo. Agora parece que andarão por menos de um milhar.

Então, a opção será criar um programa de rescisões para professores, com majoração da compensação nos grupos com mais horários-zero, receber os pedidos e despachá-los em tempo útil – digamos… em Julho? – numa quantidade apreciável. Digamos que mais de 1500, quase 2000 devem ser suficientes.

Fazendo as coisas, é capaz de dar certo. 900 horários-zero, 1800 rescisões… e vão dois, noves fora, nada. Se falhar, usa-se o teorema de Fermat.

E depois, ao preparar o arranque do ano, ter isso resolvido e evitar normalidades.

Escrevi bem… normalidades. Porque estamos fartos de arranques de ano normais. Já o ano passado foi o mesmo. Um arranque normal.

Para quando um arranque anormal, em que não aconteçam coisas como esta, descrita por um@ director@, algures em transe no país real?

Vários docentes aparecem nas listas definitivas de retirados da mobilidade interna por lhes ter sido atribuída componente letiva sem que tal se tivesse verificado.
Grupo de docência em que se declarou um docente para ACL – esse docente aparece retirado por atribuição de componente letiva (sem que tal se tivesse verificado) e são colocados mais 2 docentes.
Docentes do quadro de um agrupamento a exercer funções por mobilidade interna, em 13/14, noutro agrupamento aparecem na lista dos retirados por ter sido atribuída componente letiva sem que nem o agrupamento de provimento nem aquele em que se encontravam em mobilidade tenham declarado ter serviço. – Ficam em que agrupamento?
Docentes que declararam querer regressar ao quadro de origem, declaram ter informado as duas direções, têm horário nos dois agrupamentos e aparecem como não colocados. 
Docentes colocados em 13/14 por DCE, situação não validada para 14/15, para quem se declarou não haver serviço – aparecem retirados por atribuição de componente letiva.
Docente que em 13/14 exerceu funções noutro agrupamento por mobilidade interna – esse agrupamento declarou não ter serviço mas o agrupamento a cujo quadro pertence declara ter serviço – o docente aparece retirado por atribuição de serviço mas colocam outro docente – fica a dúvida: o serviço letivo a que se referem é o da escola de origem? Então para que colocaram outro docente? 
O que questiono é quem é que retirou ou docentes, quem é que indicou ter serviço e para que agrupamento vão – especialmente os casos em que as duas escolas declaram não ter serviço.

 

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2014/2015

 

Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento – ano escolar de 2014/2015

Decreto-Lei n.º 134/2014. D.R. n.º 172, Série I de 2014-09-08, do Ministério das Finanças
Procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 18/2010, de 19 de março, no sentido de permitir a instituição de programas específicos de estágios adaptados às condições especiais de determinados órgãos e serviços na prossecução das respetivas missões e atividades.

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Education at a Glance 2014
OECD Indicators

This annual publication is the authoritative source for accurate and relevant information on the state of education around the world.

Featuring more than 150 charts, 300 tables, and over 100 000 figures, it provides data on the structure, finances, and performance of education systems in the OECD’s 34 member countries, as well as a number of partner countries.

It results from a long-standing, collaborative effort between OECD governments, the experts and institutions working within the framework of the OECD Indicators of Education Systems (INES) programme and the OECD Secretariat.

Para descarregar.

Consta que hoje de manhã, na área reservada do DGPGF (ex-GGF), estava a lista completa dos docentes que pediram a rescisão e dos montantes que cada agrupamento/escola não agrupada teria de requisitar para lhes pagar.

Foi uma distracção.

À tarde, já só estão os casos deferidos.

Isto significa que os cálculos já foram todos feitos, para TODOS os casos, tendo sido pena que os dados só pudessem ser “sacados” caso a caso, pois seria interessante fazer umas contas e comparações… em especial entre os deferimentos e os que ainda não o foram…

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