Isto é sempre tudo muito giro, muito bem planeado, tudo a favor das famílias e contra os “interesses” alheios.

Mas adoptam-se metas de aprendizagem, diferentes dos programas em vigor, numa calendário que atropela o da adopção de manuais e os períodos em que eles deveriam manter-se.

No caso de Português e Matemática do 2º ciclo foi logo no ano a seguir.

E vai de surgirem manuais com a chancela “de acordo com as metas de aprendizagem” a substituir os anteriores, descontinuando-se os anteriores e forçando a uma nova vaga de compras, bem como à inutilização da possibilidade de reaproveitamento dos manuais de um ano para o outro.

E a coisa atinge tanto os cidadãos “privados” como a A.S.E. que tem de adquirir novos manuais e não pode reutilizar os que os alunos devolveram.

Ganhar, ganhar, só ganham as editoras.

Com a colaboração, por inépcia (?), do MEC, que parece desconhecer o que é um cronograma articulado de aplicação de novos conteúdos, programas ou metas com a adopção de novos manuais.

Assim é tudo ao molho e que se lixem os mexilhões, desde que paguem novos manuais e se deitem fora os que deveriam durar meia dúzia de anos no activo.