Quarta-feira, 3 de Setembro, 2014


Tony Bennett e Lady Gaga, Anything Goes

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Concordo, há uns bons anos, com uma parte razoável do diagnóstico do Gabriel, mas discordo de diversas das suas soluções e acho que ele começa a ter um discurso muito teórico…

Indisciplina nas escolas: os sete pecados mortais

Eu depois desenvolvo, mas gostaria desde já de deixar referidas as três instâncias fundamentais para que a questão da indisciplina não se torne inultrapassável e nem sequer vou falar da “sociedade” e dos factores económicos.

Em primeiro lugar, o MEC deve fazer um enquadramento jurídico global e não atrapalhar. Dispenso, enquanto professor, declarações retóricas que depois são desmentidas por regulamentações hiper-burocratizadas para lidar com a indisciplina.

Em segundo, ao nível das direcções, deve existir a sensibilidade e o bom senso para não se retirar o tapete aos professores que estão no terreno, nas salas e nos corredores, quando se trata de dar despacho e andamento aos processos disciplinares.

Em terceiro, é fundamental que os Conselhos de Turma se tornem coerentes (não quer dizer que todos os elementos façam o mesmo) e solidários, em vez de se assistir ao desenvolvimento de estratégias atomizadas de sobrevivência.

Como sempre, há coisas que sim, outras que nem tanto.

3 Ways to Plan for Diverse Learners: What Teachers Do

Confirme, quem puder, se a situação na vossa escola/agrupamento não é a mesma em relação aos manuais adquiridos pelo SASE para os alunos carenciados.

É preciso fazer aquele procedimento que simula um “concurso” para centralizar os pedidos.

E os manuais chegarão.

Um dia… espera-se que ainda em Outubro (o ano passado, em alguns casos, foi mesmo já a acabar Novembro).

Mas depois… a culpa do “insucesso” é de quem?

 

Putin ameaça divulgar conversa com Durão na íntegra, caso este não se retrate publicamente

Há qualquer coisa de ingénuo (apalermado?) na forma como os “líderes europeus” lidam com Putin e a Rússia.

Perto deles, Chamberlain era um hábil diplomata e um perigoso belicista.

(e estou a ter alguns problemas em aceder a ligações do Observador com o Firefox…)

MEC cedeu a protesto dos professores e prorrogou prazo para candidatos à Bolsa de Contratação

O MEC alargou até às 18h de sexta-feira o prazo para a candidatura dos cerca de 30 mil professores, mas a associação nacional de docentes contratados, que diz que aquele processo representa “um esforço “hercúleo”, “inútil” e “absurdo”, teme que a prorrogação não seja suficiente.

Isto é sempre tudo muito giro, muito bem planeado, tudo a favor das famílias e contra os “interesses” alheios.

Mas adoptam-se metas de aprendizagem, diferentes dos programas em vigor, numa calendário que atropela o da adopção de manuais e os períodos em que eles deveriam manter-se.

No caso de Português e Matemática do 2º ciclo foi logo no ano a seguir.

E vai de surgirem manuais com a chancela “de acordo com as metas de aprendizagem” a substituir os anteriores, descontinuando-se os anteriores e forçando a uma nova vaga de compras, bem como à inutilização da possibilidade de reaproveitamento dos manuais de um ano para o outro.

E a coisa atinge tanto os cidadãos “privados” como a A.S.E. que tem de adquirir novos manuais e não pode reutilizar os que os alunos devolveram.

Ganhar, ganhar, só ganham as editoras.

Com a colaboração, por inépcia (?), do MEC, que parece desconhecer o que é um cronograma articulado de aplicação de novos conteúdos, programas ou metas com a adopção de novos manuais.

Assim é tudo ao molho e que se lixem os mexilhões, desde que paguem novos manuais e se deitem fora os que deveriam durar meia dúzia de anos no activo.

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