O Que Dizia A Portaria n.º 332-A/2013 De 11 De Novembro
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Dúvidas,
Ilusionismo,
Rescisões
[50] Comments
3 — A proposta é remetida ao membro do Governo responsável pela área da educação, para pronúncia, considerando a oportunidade do pedido designadamente em função do grupo de recrutamento e do quadro a que o docente requerente pertence, tendo em vista garantir o número de postos de trabalho necessários ao desenvolvimento das atribuições cometidas aos estabelecimentos de educação ou de ensino dependentes do Ministério da Educação e Ciência.
4 — Após a pronúncia do membro do Governo da tutela é proferida decisão final sobre o requerimento, pelo Secretário de Estado da Administração Pública.
Nem vou para a parte em que a decisão do MEC está hierarquicamente dependente de um secretário de Estado de outro ministério, o que o torna uma espécie de subsecretário de Estado.
Vou apenas para a parte em que, nas condições para o (in)deferimento das rescisões, independentemente de serem razoáveis ou não, não são estabelecidas prioridades as que agora surgem a justificar as decisões:
No processo, foi dada prioridade aos professores sem componente lectiva no último ano e às áreas pedagógicas em que há ”excesso de oferta face às necessidades do sistema projetadas a cinco anos”.
Para além de que, se a prioridade foi a dos horários-zero do ano passado, porque só divulgaram as decisões após as direcções comunicarem os horários para mobilidade no ano lectivo que agora se inicia?
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Agosto 31, 2014 at 12:01 pm
a última transcrição é aleivosa… não só, servindo eu de exemplo, não tenho horário-zero com no grupo de recrutamento são precisos dois horários completos… logo há aqui muito ‘rabo’ de fora…!
Agosto 31, 2014 at 12:02 pm
Está a ser complicado aguardar e/ou saber do indeferimento.
Não sei qual será a resposta ao meu pedido. De qualquer forma, mesmo que seja indeferido, não me vou voltar contra os colegas que pediram e não vão aceitar.
O ME criou falsas expectativas. Acho que mts colegas, se soubessem que isto iria acontecer, não teriam feito requerimento.
Sabia-se que poderiam ou não ser deferidos mas não segundo estas prioridades, agora, inventadas.
Infelizmente, continuamos a ser tratados de uma forma profundamente indigna por parte da Tutela. E isto vê-se tb noutras situações.
Agosto 31, 2014 at 12:17 pm
Não me parece que os critérios tenham a ver com horários zero. No meu agrupamento foram deferidos pedidos de docentes( 9º/10º escalão) com horário atribuído em 2013-2014 e 2014-2015
Agosto 31, 2014 at 12:22 pm
No meu caso sempre tive horário, sou o mais graduado de um grupo de recrutamento com 7 professores (sem horários zero no ano passado e no presente ano).
Ah… estou no 9º escalão e foi isso que deve ter contado.
Penso eu de que…..
Agosto 31, 2014 at 12:32 pm
Tentar decifrar as razões porque uns pedidos foram deferidos e outros não é como tentar perceber o oráculo de Delfos. As decisões podem ter sido tomadas com base num sorteio, de acordo com a direcção do vento, o voo dos pássaros, após o sacrifício de umas lagostas/santolas ou ainda como resultado do consumo de cogumelos alucinogénicos.
Agosto 31, 2014 at 12:36 pm
Se era para isto porque é que ainda prolongaram o prazo da candidatura?
Agosto 31, 2014 at 12:59 pm
Concordo, prof!
Agosto 31, 2014 at 1:24 pm
Uma batotice monumental! No meu caso impediram-me de solicitar aposentação antecipada e agora negaram o pedido de rescisão. Como a Lei já não me permite solicitar aposentação antecipada vou avançar para tribunal com a ajuda do sindicato.
Agosto 31, 2014 at 2:56 pm
Eu tenho estado destacado, logo estou sem componente letiva. Na minha escola tenho agora apenas 7 ou 8 horas letivas. o resto vou ter de preencher com atividades na escola.
Não entendo estes criterios. Mas será que teremos que ficar novamente calados? Não há nada que possamos fazer contra esta mentira aliciante em que o ministério nos meteu. Não podemos recorrer?
Isto é de LOOOUUUUUUUCCCCCCOOOOOOOSSSSSSS.
Agosto 31, 2014 at 3:15 pm
Alguém sabe se a colega que esteve em frente ao Parlamento conseguiu a rescisão?
Agosto 31, 2014 at 3:19 pm
O valor que me foi proposto para a rescisao nao e o queee estava previsto esta a ser menos 13 mil euros.
Agosto 31, 2014 at 3:22 pm
O dinheiro que iria para as rescisões teve de ir para outro lado. É só começar a imaginar…
Agosto 31, 2014 at 3:24 pm
Não sei como é que uma pessoa vai aguentar isto daqui para a frente.
Agosto 31, 2014 at 3:26 pm
# 11
Será que isso estará a acontecer a outros? Tem a certeza que os dados que apresentou na candidatura estavam certos?
Tem de ver como é que eles lhe apresentam esse valor.
Agosto 31, 2014 at 3:38 pm
A colega Élia, que esteve em frente à Assembleia, também ainda não obteve resposta, mas outros da sua escola já. Isto é que é indecente: muitos dos que receberam a aprovação ao pedido não vão assinar e outros, que já têm a sua vida programada fora do ensino não recebem! Mas qual é o critério afinal?
Agosto 31, 2014 at 3:49 pm
#14 Pretendo saber isso mm. Se esta a acontecer a outros colegas. Podem ainda n saber. Os valores estavam corretos, sim. E foram validados pela escola e mais tarde pela dgeste.
Agosto 31, 2014 at 3:50 pm
#15
Lamento se se comprovar que a colega não terá o seu pedido satisfeito.
Será que não se poderia impugnar estes deferimentos sem se saber bem que raios de critérios foram tidos em conta? Estarei a delirar…
Mais uma vez, o ME vem destroçar os professores. Depois de meses à espera, é num sábado que comunicam as decisões e mantém a angústia nas pessoas até ao fim.
Acresce ainda a sensação (certeza?) da injustiça que esteve em todo este processo.
Se era para isto, continuo a afirmar, não compreendo porque é que foi prolongado o prazo das candidaturas, incentivando mais uns mil a tomarem a decisão de se candidatarem!!!
Agosto 31, 2014 at 3:52 pm
#16
Incompreensível. Que raio de simulador iria dar uma diferença dessas?
Agosto 31, 2014 at 4:12 pm
No meu caso, grupo 110, 9º escalão e 36 anos de serviço, há uma diferença, para menos, de 11 mil euros. Não consideraram o suplemento remuneratório que tenho desde 2009.
A Portaria 332-A/2013, no seu artigo 4º, é clara quanto à inclusão deste suplemento. Amanhã vou tratar de esclarecer isto.
Agosto 31, 2014 at 5:16 pm
Eu penso que o valor que aparecia na simulação era bruto.
Possivelmente o valor que propõem agora deve ser líquido de imposto.
Eu, um zeco quase raso, do 4.º escalão, nada recebi de comunicação.
Como nestas coisas sou muito bíblico, como o São Tomé, nunca me iludi. Por isso não sofrerei desilusão alguma.
Vou esperar para ver…
Agosto 31, 2014 at 5:23 pm
A portaria é vaga de propósito, para depois ser possível justificar vagamente os critérios, por isso esqueçam ir por aí… os recursos não estão previstos no programa, que eles desenharam como lhes convém… o próprio site desapareceu – «simulador? qual simulador?»…
Agosto 31, 2014 at 6:03 pm
Ineptos, incapazes …
Agosto 31, 2014 at 6:12 pm
… e inúteis.
Agosto 31, 2014 at 6:58 pm
Desculpem mas continuo sem entender as conclusões. Já alguém recebeu expressamente comunicação de um indeferimento? Pelo que tenho lido apenas acham que a quem não foi deferido, é indeferido mas o erro pode ser meu.
Agosto 31, 2014 at 7:18 pm
Também tenho essa dúvida.
Eu, nada nem da escola nem da dgae.
Agosto 31, 2014 at 7:26 pm
Como todos os que estão a receber mail, os seus pedidos foram deferidos, parto do pressuposto que o meu foi indeferido…
Por parte da direcção do meu agrupamento recebi há pouco um mail a convocar para reunião geral, nada mais!!
É o descalabro total… nem acredito nisto!
Desespero… perdi toda a esperança que restava…
Agosto 31, 2014 at 7:30 pm
Considero absolutamente vergonhoso que, tendo 8 meses para refletir, fazer contas à vida e planificar uma alternativa ao ensino, muitos docentes tenham aderido e, agora, estupidamente, tomem a decisão de desistência: o egoísmo não vos corrói a alma? 8 MESES não é suficiente para tomar uma decisão com convicção, por mais difícil que seja? Que capacidade de decisão terão no quotidiano pessoal, familiar e profissional, quando estão sistematicamente a ser solicitados a decidir? Nunca pararam para pensar que todos os docentes tivessem feito o mesmo “para ver o que dava”, nem a dotação total do MEC no Orçamento poderia cobrir tanto pedido? Não têm a noção que existem outros que, de tão esgotados pretenderam desde o primeiro instante pedir a rescisão, assumindo sem hesitação, encontrando-se agora em plena amargura, confrontados com um indeferimento???
Digo isto mas recebi o meu deferimento. Revolta-me ver tanta gente destroçada porque viam neste programa de rescisões uma saída para melhor e para um reganhar de anos de vida, sendo confrontadas com tantos ineptos que ainda têm o descaramento de vir aqui dizer que não aceitam.
Força colegas. Que haja uma segunda fase de atribuição de rescisões, substituindo tanto “banana” que anda por aí, que até para o ensino (onde vão permanecer) duvido que sirvam de forma cabal. Esses serão porventura os típicos medrosos que nunca protestam, fogem à crítica construtiva assumida, tentam passar pelos pingos da chuva e evitam atuar disciplinarmente contra um aluno, deixando-se sistematicamente achincalhar. Valores, colegas, é essencialmente de valores que se faz um ser humano íntegro, pensando se cada atitude nossa poderá prejudicar a vida de alguém.
Agosto 31, 2014 at 7:45 pm
Logo que o programa iniciou que disse que iria pedir. Apresentei o pedido em Janeiro. Já não tenho mais motivação para continuar nesta atividade.
Até ao momento, não recebi nenhum mail, Acho que não foi aceite.
Não posso pedir exoneração (por questões financeiras), senão era o que faria.
Sei que não se estava à espera disto, mesmo os colegas que pediram para ver no que dava. Se as coisas tivessem sido claras desde o início, acredito que muitos não o tinham feito.
E, agora?
Agosto 31, 2014 at 7:59 pm
Deus te oiça, Graça! Eu já pensei tanto e repensei e reli o que vem no programa de rescisões . . . estou a entrar em parafuso!
Agosto 31, 2014 at 8:25 pm
Alguém tem de comunicar o indeferimento. Na Portaria não diz quem.
Vamos aguardar até amanhã.
Agosto 31, 2014 at 8:42 pm
Na Portaria diz que é o Secretário de Estado da Administração Pública que comunica.
Agosto 31, 2014 at 8:49 pm
errado será o espírito santo a comunicar tal…
Agosto 31, 2014 at 9:43 pm
É o mesmo que comunica os deferimentos. Amanhã vão haver mais novidades, acreditem. Estou que nem me aguento. Apresentação de corpo dia 1de setembro, parece mentira!
Agosto 31, 2014 at 10:07 pm
Novidades – parece algo de bom. Neste caso, para nós os indeferidos, o prazo das novidades foi ontem, mas não nos coube. Pelo que tenho lido, não é verdade que só 9º e 8º escalões tenham recebido resposta; alguém do 4º também obteve.
Quanto a nós, indeferidos, resta saber se haverá uma 2ª volta perante os que não aceitam. Fundamental também saber todos os pormenores sobre a “aprovação inicial”.
Eu também acho que acabarei a cair, literalmente, se tudo o que construí na perspetiva de sair acabar aqui
Agosto 31, 2014 at 10:10 pm
O Crato espera que os outros façam isto
Agosto 31, 2014 at 11:18 pm
Caro Colega Diogo (#27)…muito obrigado pelo momento que me proporcionou ao ler o seu comentário. Estou destroçado, sim!!! Amanhã, vou à 1.ª hora da manhã ao médico de família/Centro de Saúde, temo não conseguir ultrapassar este momento (e o futuro) sem recurso a suporte médico/medicação. Tenciono abandonar o ensino (25 anos de serviço, QA, 47 anos de idade, casado e pai de um filho) rescindindo unilateralmente com…com…não consigo adjetivar negativamente quem me colocou neste estado. Sairei a zero (tenho 2 braços saudáveis e a força de alguém que não teme ganhar a vida honestamente, para que o pão da cada dia surja, seja numa outra qualquer atividade profissional), tal qual há 25 anos atrás, quando na carreira entrei, mas desejo a esses tais que “brincaram” com o jogo do “deixa ver como é”, que sejam felizes na brilhante profissão que escolheram, afinal, serem joguetes nas mãos de donos impetuosos e de laivos senhoriais, deve ser muito bom. Aos que conseguiram a decisão favorável…bem hajam pela decisão que eu tb tomei, todavia, me foi negada, felicidades. Aos que como eu, requereram a rescisão com plena e firme vontade de a concretizarem, que viram meses de esperanças e projetos de reviver o tempo que restava (há mais vida p’além de ser docente de um qq QA) tenham fé e força porque quem vos ama, não merece ser maltratado com a vossa morte anunciada e soluçante. Aguentem porque sois dos fortes, dos corajosos, dos que não se vergam a um merdoso sistema educativo, maxime governamental, que vos esbulha na dignidade de seres humanos/profissionais que sois.
Agosto 31, 2014 at 11:29 pm
Um gajo a pensar que seria de ensino – e saiu-lhe um sistema educativo!
Setembro 1, 2014 at 12:43 am
Será que os professores bafejados pela sorte vão assinar uma minuta que não prevê quando, nem como, se faz o pagamento da indemnização?
Setembro 1, 2014 at 12:59 am
Caro colega Paulo #36
As suas palavras profundas levaram-me de imediato a agir. Enviei por isso o seguinte mail a uma jornalista do Público que se tem interessado por esta situação das nossas rescisões:
“Boa noite, ….
Permita-me dizer-lhe que o epílogo desta travessia de 9 meses de espera parece, para mim, ter tido um final feliz, uma vez que fui notificado para rescindir amanhã o meu contrato enquanto docente vinculado ao Estado. Contudo, esse não foi o resultado alcançado para quase metade dos que se candidataram.
O presente mail vai apenas no sentido de alertá-la para algumas situações dramáticas de alguns colegas que assumiram compromissos e interiorizaram que não mais voltariam a um sistema educativo que os esgotou, sugando-lhes as energias e a alegria de ser professor, tendo encarado a proposta do MEC como uma saída para uma nova vida laboral, pessoal e familiar. No entanto, no final de uma imensa espera que sobredimensionou a esperança de alcançar esse desiderato, apenas chegou o silêncio do indeferimento.
Deixo-lhe um link [o da presente página] com muitos testemunhos de pessoas destroçadas. Chamo a sua particular atenção para as palavras que calam fundo do docente # 36, que correspondeu ao meu próprio testemunho (#27). Detenha-se um pouco e participe ou solicite testemunhos, caso tenha interesse em explorar um pouco mais este tema; quem sabe, contribuir para que a opinião pública perceba esta tomada de decisão de tantos professores, perceba o drama desta profissão tão nobre e, imaginemos, sensibilize quem tem o poder de decidir sobre estas matérias.
Uma nota final: seria bom confrontar a tutela com o facto de tanto docente vir a desistir da rescisão, não assinando os contratos, quando tantos que o pretendiam fazer ficaram de fora. Não seria da mais elementar justiça esgotar a verba sobrante, findo os 8 dias úteis a partir de hoje mesmo, dia 1 de setembro, com a aceitação de mais pedidos de outros docentes que ainda não receberam formalmente o indeferimento (ninguém ainda recebeu) mas que sabem que não constam na lista dos aprovados?
Um bem haja
Rui Diogo”
Setembro 1, 2014 at 8:08 am
Houve vários tipos de colegas a pedir rescisão. Os que a queriam mesmo, os que quiseram não perder a oportunidade nem o prazo para poder refletir até ao fim do ano lectivo, e os que quiseram “ver como é” ou, de outra forma como já aqui foi dito, para saberem quanto poderiam ter recebido se fosse sério (não conheço nenhum, mas tem sido por aqui referido).
Todos os colegas que pediram a rescisão tiveram muitos meses de trabalho e reflexão, e os que a pretendiam convictamente sofreram muito até dia 30 sem saber a resposta. Embora fosse claro que os pedidos seriam sujeitos a aprovação ou não, alguns tomaram o pedido como aceite, talvez devido à ladainha dos professores a mais e do aliciamento para a saída do sistema, e alteraram as suas vidas de forma a não regressar à atividade docente. Agora que a resposta chegou para cerca de metade dos pedidos, depois de tanto tempo é natural e compreensível que a reflexão de cada um leve a decisões diferentes do que seriam no momento em que o pedido foi submetido. E cada um tem esse direito, pelo que não sou capaz de criticar nenhum colega que não aceite a rescisão que lhe foi autorizada.
Quanto aos colegas que fizeram o pedido só para “ver como é” (tal como outros que o fazem também com pedidos de aposentação “a fingir”), é bom que tenham a noção de que a sua iniciativa teve impactos negativos na vida de muitas pessoas. Nos que não obtiveram as rescisões por elas terem sido atribuídas a estes, e talvez na dos trabalhadores (muitos também colegas, destacados) que tiveram um considerável acréscimo de processos para avaliar, o que julgo que também possa ter contribuído de alguma forma para atrasar ainda mais este processo complexo juntamente com o aumento dos valores monetários em causa para o programa.
Para não ser demasiado ofensivo aqui, vou chamar-lhes apenas de irresponsáveis. Presencialmente será ligeiramente diferente…
Quanto a todos os outros, aos que vão poder decidir se aceitam ou não a rescisão desejo as maiores felicidades, aos que não tiveram esta sorte desejo a maior força para aguentar um regresso indesejado, e a maior sorte para o futuro.
E fico com uma sensação estranha quanto a uma profissão onde quem pode sair fica feliz, e quem fica desespera…
Setembro 1, 2014 at 1:26 pm
#19 – Oliva – Estou na mesma situação, também tinha suplemento remuneratório e calculo que seja esse o valor em falta no que me propõem para rescisão. Já sabe a quem nos dirigimos? A mim a DGRHE respondeu-me para contatar a DGPGF que por seu lado não atende.
Setembro 1, 2014 at 5:04 pm
Como eu calculava e me fui manifestando durante o fim de semana, chegou o meu deferimento. A compensação é a que eu tinha feito no simulador. tudo certo e vou aceitar claro. Na minha escola houve 2 pedidos e ainda só chegou o meu. Se é que há alguma lógica neste procedimento, a idade tem sido um fator. Boa sorte para todos
Setembro 1, 2014 at 5:14 pm
PF preencham isto colegas: https://rescindycrato.wufoo.com/forms/rescisaes-de-professores-deferidas/
Setembro 1, 2014 at 5:14 pm
#42: Chegou por mail ou foi a escola?
Setembro 1, 2014 at 5:18 pm
# 42: Chegou APENAS hoje ou só hoje é que a sua escola leu o e-mail?
Setembro 1, 2014 at 6:25 pm
Só hoje a minha escola leu o email e comunicou-me. O despacho é de 29 de agosto como os que por amabilidade dos diretores, souberam no sábado. Da dgae não tive comunicação, mas também basta uma.
Setembro 1, 2014 at 6:27 pm
Governo justifica ter negado as rescisões a cerca de 50 por cento dos professores com o argumento de que brevemente a faltar auxiliares educativos logo os professores vão ser precisos para os substituir…é mão de obra muito qualificada e desse modo as casas de banho vão estar imaculadas … E ACRESCENTOU :…até porque os professores já tiveram muita formação em CIF..
Setembro 1, 2014 at 6:32 pm
O governo ainda não negou coisa nenhuma, até porque juridicamente não tem base legal para o fazer. IRRA!!!… Que até parece que os estou a defender, VÁ DE RETRO…
Setembro 2, 2014 at 11:51 am
#47. Deixe de brincadeiras. Quem queria RESCINDIR está de rastos.
Setembro 4, 2014 at 7:07 pm
PARA POSSÃVEIS ESCLARECIMENTOS, ENCONTREI ISTO
No dia 2 de Setembro de 2014 à s 11:51, “A Educação do meu Umbigo” escreveu:
> DESPERADA commented: “#47. Deixe de brincadeiras. Quem queria > RESCINDIR está de rastos.” >