Se puderem ver a entrevista do Adriano Moreira à Constança Cunha e Sá que deu um destes dias à noite na TVI 24, vale a pena! Este senhor tem uma cabeça!!! E um conhecimento!!! Eu vi-a ontem.
1. Farpas Says: Agosto 28, 2014 at 8:50 pm
JB, tem que aprender a responder aos comentários nos postes dos mesmos.
Esse truque de mandar as bicadas furtivamente não é de bom tom e já cansa.Indo ao que interessa: não se acanhe, não seja modesto, partilhe connosco as pérolas do seu pensamento sobre a Educação.
Se puder ser, poupe-nos ao cliché da “avaliação” – ou não sabe escrever sobre mais nada? É que a avaliação, não sei se já deu por isso, aparece a montante – e, sobretudo, não é um fim em si mesma. O mais importante vem antes.
Ah, e evite reproduzir os raciocínios estafados do eduquês, que desresponsabilizam, invariavelmente, o aluno (e a família, já agora) pela sua aprendizagem e pelo seu comportamento. (Ou a sua preocupação com a avaliação dirige-se é para os professores?…).
Ficamos a aguardar…
1. Por opção, apenas uso o computador num pequeno espaço diário, que nunca inclui a noite.
2. A avaliação não aparece a montante. É parte integrante e essencial de todo o processo. Nada, em educação, é mais importante que a avaliação. Como vê, já há aqui conceitos diferentes, que valeria a pena esclarecer. Mas não tenho nenhuma obcecação pela avaliação. Se quiser, podemos escolher outro tema, como, por exemplo, os currículos, as metodologias… Algo que se relacione com a pedagogia, que é a nossa essência.
3. Nunca desresponsabilizei os alunos. Apenas os coloquei no seu lugar. Antes, vêm os professores e os pais (claro que nos referimos ao ensino obrigatório).
#6
“Nada, em educação, é mais importante que a avaliação”.
– Ora aí está o que eu estava à espera de ouvir (ler)!
Confirma-se que o JB não compreende o que é fundamental na educação.
Você, simplesmente, vai atrás de um chavão ideológico, cujos fundamentos (foi lançado pelo totalitarismo tecnocrático e abraçado pelo mercantilismo reinante) e consequências para a educação (formatação e adestramento massivos) lhe escapam na substância.
Fiquei, definitivamente, esclarecido sobre a “profundidade” e “alcance” que se podem esperar dos seus comentários sobre educação.
#6
Para mim o mais importante é o possível prazer que o acto de aprender/ensinar, proporciona ao aluno e ao mestre . A avaliação será uma consequência importante, mas secundária.
#7
Provavelmente, estará a reduzir a avaliação à sua dimensão sumativa que, por sua vez, suporta a classificação. Aquela que é tratada nos surreais conselhos de turma do final dos períodos letivos.
Não é essa a avaliação a que me refiro, quando a considero fundamental. Refiro-me à avaliação normalmente chamada formativa, ou seja, à monitorização contínua do processo ensino-aprendizagem. Aquela a que ninguém parece dar importância nenhuma!
Logo por aqui pode ver o quanto poderíamos conversar sobre o assunto: enquanto o sistema aposta tudo naquela, eu defendo que se deveria apostar tudo nesta! Como sempre, também aqui, o sistema contradiz, na prática, o que defende nos princípios, esses, sim, muito corretos.
Se achar que vale a pena, terei todo o gosto em explicar-me.
#8
Sempre que possível, esse prazer facilita a tarefa e potencia os bons resultados. A propósito, nunca me esqueço do que ouvi a um futebolista importante da nossa praça: “Não posso ser mais feliz, porque faço o que mais gosto na vida – jogar a bola – e ainda me pagam por cima!”
Mas convém não confundir o todo com a parte: a educação não é exatamente uma imensa universidade sénior.
Agosto 29, 2014 at 9:20 am
Em duplicado é ainda mais giro 😉
Agosto 29, 2014 at 9:20 am
Bom dia! Bom dia!
Agosto 29, 2014 at 9:23 am
Se puderem ver a entrevista do Adriano Moreira à Constança Cunha e Sá que deu um destes dias à noite na TVI 24, vale a pena! Este senhor tem uma cabeça!!! E um conhecimento!!! Eu vi-a ontem.
Agosto 29, 2014 at 10:00 am
Bom dia!
Esse “guarda-sol”(?) faz-me lembrar o Eduardo Catroga.
Agosto 29, 2014 at 10:40 am
Bom dia !
4,
Catroga rabo de elefante.
Agosto 29, 2014 at 12:22 pm
1. Farpas Says: Agosto 28, 2014 at 8:50 pm
JB, tem que aprender a responder aos comentários nos postes dos mesmos.
Esse truque de mandar as bicadas furtivamente não é de bom tom e já cansa.Indo ao que interessa: não se acanhe, não seja modesto, partilhe connosco as pérolas do seu pensamento sobre a Educação.
Se puder ser, poupe-nos ao cliché da “avaliação” – ou não sabe escrever sobre mais nada? É que a avaliação, não sei se já deu por isso, aparece a montante – e, sobretudo, não é um fim em si mesma. O mais importante vem antes.
Ah, e evite reproduzir os raciocínios estafados do eduquês, que desresponsabilizam, invariavelmente, o aluno (e a família, já agora) pela sua aprendizagem e pelo seu comportamento. (Ou a sua preocupação com a avaliação dirige-se é para os professores?…).
Ficamos a aguardar…
1. Por opção, apenas uso o computador num pequeno espaço diário, que nunca inclui a noite.
2. A avaliação não aparece a montante. É parte integrante e essencial de todo o processo. Nada, em educação, é mais importante que a avaliação. Como vê, já há aqui conceitos diferentes, que valeria a pena esclarecer. Mas não tenho nenhuma obcecação pela avaliação. Se quiser, podemos escolher outro tema, como, por exemplo, os currículos, as metodologias… Algo que se relacione com a pedagogia, que é a nossa essência.
3. Nunca desresponsabilizei os alunos. Apenas os coloquei no seu lugar. Antes, vêm os professores e os pais (claro que nos referimos ao ensino obrigatório).
Agosto 29, 2014 at 1:26 pm
#6
“Nada, em educação, é mais importante que a avaliação”.
– Ora aí está o que eu estava à espera de ouvir (ler)!
Confirma-se que o JB não compreende o que é fundamental na educação.
Você, simplesmente, vai atrás de um chavão ideológico, cujos fundamentos (foi lançado pelo totalitarismo tecnocrático e abraçado pelo mercantilismo reinante) e consequências para a educação (formatação e adestramento massivos) lhe escapam na substância.
Fiquei, definitivamente, esclarecido sobre a “profundidade” e “alcance” que se podem esperar dos seus comentários sobre educação.
Agosto 29, 2014 at 1:41 pm
#6
Para mim o mais importante é o possível prazer que o acto de aprender/ensinar, proporciona ao aluno e ao mestre . A avaliação será uma consequência importante, mas secundária.
Agosto 29, 2014 at 2:19 pm
Bela foto.
Agosto 29, 2014 at 6:56 pm
#7
Provavelmente, estará a reduzir a avaliação à sua dimensão sumativa que, por sua vez, suporta a classificação. Aquela que é tratada nos surreais conselhos de turma do final dos períodos letivos.
Não é essa a avaliação a que me refiro, quando a considero fundamental. Refiro-me à avaliação normalmente chamada formativa, ou seja, à monitorização contínua do processo ensino-aprendizagem. Aquela a que ninguém parece dar importância nenhuma!
Logo por aqui pode ver o quanto poderíamos conversar sobre o assunto: enquanto o sistema aposta tudo naquela, eu defendo que se deveria apostar tudo nesta! Como sempre, também aqui, o sistema contradiz, na prática, o que defende nos princípios, esses, sim, muito corretos.
Se achar que vale a pena, terei todo o gosto em explicar-me.
#8
Sempre que possível, esse prazer facilita a tarefa e potencia os bons resultados. A propósito, nunca me esqueço do que ouvi a um futebolista importante da nossa praça: “Não posso ser mais feliz, porque faço o que mais gosto na vida – jogar a bola – e ainda me pagam por cima!”
Mas convém não confundir o todo com a parte: a educação não é exatamente uma imensa universidade sénior.