… pela paternidade da ideia, pelo seu arranque, pelo maior número de encerramentos ou pela sua continuação, tudo em nome da “eficácia financeira da gestão” e de uma “modernidade” que reduz o país cada vez mais a estreitas faixas litorais e urbanas não despovoadas.

Na Visão de hoje surgem diversos mapas e tabelas com encerramentos diversos de serviços públicos ou que já o foram (caso dos CTT).

Acho que já sabem bem o quanto isto me revolta, pois eu acho que a “liberdade” de que tanto se fala começa pelo acesso universal dos cidadãos a serviços públicos de qualidade e de proximidade.

O resto é conversa da treta para pagar os bancos velhos e novos.

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Visão, 28 de Agosto de 2014