… ou então ter de prestar vassalagem para chegar lá. António Costa deve ter o PS numa bandeja, mais metade do Bloco como “plataforma” independente para cobrir os avanços da esquerda mais extrema, mas a mim, desconvence muito, pois eu acredito tanto na capacidade política de “inverter o rumo” dos ruistavartes e daniéisoliveiras como naquele outro que foi para deputado do PS só para desenvolver a sua agenda pessoal (falo do Vale de Almeida).

Neste caso, o objectivo que unirá esta “grande esquerda” será chegar lá. Em chegando, impor-se-á a real politik e a vitória de ter afastado a Direita do Poder, mesmo se continuarem a fazer praticamente o mesmo, mais ou menos uns pózinhos e uns centros de investigação reabilitados para a vida continuar sem sobressaltos.

Convenção de Costa com «saudades» das políticas de Sócrates e Guterres