Boa tarde,
No passado dia 18 de dezembro fui impossibilitado de realizar a prova por motivos alheios à minha vontade, a saber falta de condições devido ao boicote e invasão das salas onde se realizou a mesma.
Perante essa situação solicitei, assim como muitos dos meus colegas, junto da secretaria ou alguém responsável da própria escola, a saber Agrupamento de Escolas de Alvalade em Lisboa, um documento que comprovasse isso mesmo. Esse mesmo documento é o que passo a anexar:
Perante tudo o que se passou, desde colegas a trocar as respostas à prova, invasão de salas, ruído ensurdecedor, e outras situações anómalas, acabei por entregar a prova em branco para que esta também pudesse contar como um elemento que comprovasse a minha presença na sala de aula.
Depois de toda a confusão a nível nacional, o sr Ministro da Educação, afirmou que os casos em que não estiveram reunidas as condições de realização da prova seriam considerados como provas inválidas.
Até aqui não vejo qualquer problema, no entanto no passado dia 18 aquando da publicação do Despacho n.º 9316-A/2014, em que admite para a realização de todos os que não puderam realizar a PACC no seu 1º momento de todos os que por motivos alheios à sua própria vontade teriam hipótese de a realizar numa segunda oportunidade, eis que a plataforma onde deveria ser possível visualizar a escola onde me deveria deslocar, não mo permite fazer como comprova o próximo anexo:
É de referir também que para além de não me ser possível visualizar a escola onde deveria realizar a prova, não recebi qualquer convocatória ou informação via email.
Toda esta informação e situação foi enviada ao Júri Nacional da Prova para o email disponibilizado, e a única resposta que obtive remetia-me novamente para o despacho anteriormente citado.
Não sabendo portanto o motivo do esquecimento da minha pessoa e de não figurar das listas de nenhuma escola, assim como não ter sido tornada pública uma lista de candidatos admitidos e não admitidos a esta prova, tomei a liberdade de me apresentar numa escola para poder realizar a PACC.
Fi-lo portanto esta manhã, dirigi-me à Escola Manuel da Maia em Lisboa com esse objetivo mas fui impedido de a realizar porque não constava da lista de candidatos admitidos.
Perante toda esta situação, resta-me questionar o motivo da minha exclusão à participação nesta segunda fase da PACC, sendo que não encontro qualquer motivo lógico e qualquer fundamento legal para o que me aconteceu. Sei também que o meu caso não é único, e que há vários colegas na minha situação, que possuem declarações que atestam não ter sido possível realizar a prova em dezembro.
Fico portanto a aguardar por uma resposta a tudo isto.
Com os melhores cumprimentos,
André Vinhas
C.C. ********
SIGRHE: **********


Julho 24, 2014 at 1:04 pm
Crato avisa para vaga chumbos na prova dos professores
Julho 24, 2014 at 1:30 pm
André
Entregou a prova em branco para comprovar que esteve na sala?
Se entregou a prova em branco vai estar no grupo dos chumbados com 0 valores e contribuir para o que o cRato quer que é chumbaram X (muitos)professores, ele ontem já disse pode ter surpresas à jornalista que o entrevistava. Não foi chamado a esta PACC porque para todos os efeitos fez a outra.
Julho 24, 2014 at 1:42 pm
#2 dixit “… vai estar no grupo dos chumbados com 0 valores e contribuir para o que o cRato quer que é chumbaram X (muitos)professores, ele ontem já disse pode ter surpresas à jornalista que o entrevistava…”
Isto já é falta de um mínimo de cortesia…
… um ministro em pose de coscuvelhice, qual beata de verruga e corcunda, a denegrir um conjunto vasto de pessoas…
Julho 24, 2014 at 1:52 pm
André
Entregar uma prova em branco não é prova de presença, como todos sabemos a presença (ou falta) é assinalada pelos professores vigilantes (tal como para um qualquer aluno num exame ou teste). Pela mesma razão, se entrega a prova (em branco ou não) o que conta é a prova.
Julho 24, 2014 at 1:53 pm
Pois, André!
Foi de alguma ingenuidade ter entregue a prova em branco.
A avaliar pelas declarações apressadas de NC , o colega André, com a sua nota obtida, reforçará/legitimará a tão necessária “operação limpeza” por parte do MEC. 😦
Julho 24, 2014 at 1:57 pm
infelizmente, para a maior parte dos colegas, quer tenham feito, ou não, a prova. quer “chumbem” ou não à dita, é irrelevante! 😦 para todos os outros termos permitido que “isto” fosse avante é que vai sair muito caro! 😦
Julho 24, 2014 at 1:59 pm
Quem não arranjar vaga pode sempre dedicar-se à actividade mais lucrativa e em maior expansão neste momento: destruir documentos.
Julho 24, 2014 at 2:00 pm
Aquilo não é um ministro! Desmontando o homem afinal é um tirano!
http://professorimperfeito.blogspot.pt/2014/07/uma-fabulosa-licao-sobre-o-medo.html
Julho 24, 2014 at 2:06 pm
http://oduilio.wordpress.com/2014/07/24/stefan-edberg-esteve-no-clube-de-tenis-de-portimao-com-o-seu-filho/#respond
Julho 24, 2014 at 2:09 pm
A surpresa é essa mesmo – muitos chumbos e classificações baixas. A baixeza do homem em querer a todo o custo completar o ciclo tem a ver com esta surpresa. Isto é tudo muito baixo. Vingançazinha.
Julho 24, 2014 at 2:10 pm
Para o ano há mais provas para os que não conseguiram?
E se esta coisa pega começamos a fazer todos até escorraçarmos este tipo de pessoas que se tornam ministros da educação.
Julho 24, 2014 at 2:19 pm
“Vaga de chumbos na PACC” (NC dixit).
– Ah pois, a examocracia tem destas coisas. E não é só para os alunos…
Começa por se justificar a ela própria, para depois (poder) justificar os fins que lhe queiram atribuir (selecção, exclusão…).
“Como é que esta gente queria chegar a professor se cai que nem moscas num exame destes?…”.
“Afinal, a PACC sempre serviu para alguma coisa: mostrou a impreparação dos candidatos”…
Julho 24, 2014 at 2:27 pm
#3 O que foi que não percebeste ?
Para o ano só os loiros fazem a prova.
Julho 24, 2014 at 2:33 pm
#13: leia melhor… falando do ministro disse:
“Isto já é falta de um mínimo de cortesia…
… um ministro em pose de coscuvelhice, qual beata de verruga e corcunda, a denegrir um conjunto vasto de pessoas…”
… és loiro(a)?
Julho 24, 2014 at 2:33 pm
Ainda a questão do Teodoro
O olhar angolano (na pessoa de Belarmino Van-Dúnem) sobre este assunto:
– relutância de Portugal em aceitar a adesão da Guiné Equatorial porque já não são apenas as ex-colónias que fazem parte dela.
– Por coincidência, o actual Presidente de Portugal era em 1987 o Primeiro-Ministro e na qualidade de responsável pela política externa de portuguesa orientou o representante de Portugal na ONU a votar contra a libertação de Mandela.
– Todos os presentes bateram palmas, inclusive o Primeiro-Ministro de Portugal, Passos Coelho. Notei que o Presidente Cavaco Silva, por quem nutro alguma simpatia, ficou “chinine” e não bateu palmas.
-Um outro àparte foi também a presença de vários cidadãos timorenses no local da Cimeira, os quais acolheram de forma calorosa os representantes dos países da CPLP. A única curiosidade é que nenhum deles falava português, apesar dos esforços do repórter no local em os ouvir nesta língua.
http://jornaldeangola.sapo.ao/opiniao/artigos/o_regresso_da_guine-bissau_e_a_entrada_da_guine_equatorial
Julho 24, 2014 at 3:13 pm
sejam felizes..mas não abusem…..num mundo onde cada vez mais tudo mas tudo se vende e compra..curioso…
Julho 24, 2014 at 3:45 pm
O colega tem toda a minha solidariedade. Esta situação – que, pelos vistos, não corresponde a um caso isolado (mesmo que correspondesse, isso não seria menor causa de escândalo) – é mais uma que põe em evidência a falência do estado de direito em que pretensamente vivemos. A máquina burocrática do estado, ao serviço dos interesses ideológicos e sobretudo oportunistas e mesquinhos dos governantes e respectivos boys and girls, cilindra qualquer um de nós. Perante isto, e voltando à questão da PACC, o que fizeram e fazem os sindicatos dos professores? O que fez Mário Nogueira? Disse que, se estivesse no lugar de um contratado, faria a prova. Colegas, como o André, fizeram-no – o resultado está à vista. O que fazem os nossos “representantes” profissionais? Protestam, mas sempre de modo bem comportado e responsável… como se isto fosse um estado de direito! Na verdade, pactuam com a situação (e mantêm os lugares nos poleiros quentinhos). Quantas traições já foram feitas à nossa classe por esses senhores? A última, tão fresca ainda na memória, foi a da interrupção da greve às avaliações por uma mão cheia de nada, apenas para que os lutadores profissionais salvaguardassem a sua imagem perante a opinião pública. Curiosamente, quando alguns indignados os censuram por não assumirem posições mais radicais – ou consentâneas com uma análise rigorosa das catastróficas condições presentes – , o que fazem é queixar-se da apatia e da pouca mobilização da massa de professores. Qual a solução, perguntarão cinicamente os pró-nogueiristas e outros instalados? Decência, coerência, seriedade e coragem: em todos os momentos, em todas as lutas, perante tudo.
Julho 24, 2014 at 4:05 pm
Em #4,oprometidoédevido diz tudo.
Resta a minha solidariedade.
Julho 24, 2014 at 4:27 pm
MN na televisão (cabo)
Afinal há mais escolas em que não houve prova!
Julho 24, 2014 at 4:41 pm
Pais, professores e autarcas em protesto junto ao Ministério
http://oduilio.wordpress.com/2014/07/24/6886/#respond
Julho 24, 2014 at 6:31 pm
santo andre, no barreiro não se fez
santo antónio no barreiro começou lá pelas 11.00 e acabou depois das 14, após o almoço ahahahahahahhahahaha
hilariante….
Julho 24, 2014 at 6:33 pm
in-crato no parlamento:
não consigo ver ou vir, ganhei alergia ao hôme, como a que adquiri com a mosca morta do gaspar…………….
tá uma doida a falar……
vou mudar…………. ASCK…