A coragem de todos aqueles que já sabiam há muito boa parte daquilo que “denunciam” agora, mas que, como antes havia canais de redistribuição – publicitária, mas não só, que os “presentes” sempre escorreram para as mãos e teclados certos – faziam como se de nada soubessem.

Sempre souberam ou se não souberam, tinham obrigação de saber.

Fazem-me lembrar certos analistas do futebol e das arbitragens, que nunca dizem o que sabem, até ser seguro.