Ia ouvindo a guerra dos números na TSF.

Segundo a FNAM, 90% de adesão. Segundo o desgoverno, isso é uma impossibilidade aritmética porque só quando processarem os salários do mês é que se saberá quem fez grevee que até agora nunca uma greve destas teve mais de 28% de adesão.

A FNAM contrapõe que se podem contabilizar consultas e cirurgias não feitas.

O desgoverno diz que é preciso contabilizar a adesão dos médicos do sector privado.

A FNAM afirma que convocou greve para os médicos dos SNS, que são 26.000, e não para o sector privado.

A jornalista confessava-se, com candura, baralhada com tudo isto.

À frente do Ministério estavam uns 500 médicos na peça ao vivo, algumas dezenas na peça escrita.

Agora fiquei eu baralhado.