Terça-feira, 8 de Julho, 2014


Snow Patrol, Signal Fire

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À meia hora de jogo, só estávamos a levar 2 e só tínhamos 10 jogadores.

A falta do Neymar não explica tudo…

Tomada de posição do pessoal docente e não docente: TomadaPosicaoAgrupamentoMatosinhos.

E nos restantes municípios com autarcas “entusiasmados”? Ao menos, existe a lisura de duvulgar os memorandos de trabalho? Ou são todos iguais?

Ia ouvindo a guerra dos números na TSF.

Segundo a FNAM, 90% de adesão. Segundo o desgoverno, isso é uma impossibilidade aritmética porque só quando processarem os salários do mês é que se saberá quem fez grevee que até agora nunca uma greve destas teve mais de 28% de adesão.

A FNAM contrapõe que se podem contabilizar consultas e cirurgias não feitas.

O desgoverno diz que é preciso contabilizar a adesão dos médicos do sector privado.

A FNAM afirma que convocou greve para os médicos dos SNS, que são 26.000, e não para o sector privado.

A jornalista confessava-se, com candura, baralhada com tudo isto.

À frente do Ministério estavam uns 500 médicos na peça ao vivo, algumas dezenas na peça escrita.

Agora fiquei eu baralhado.

Há uns patetas alegres que gostam muito de demonizar o Estado e responsabilizar o “monstro”, a “máquina” que tritura os “cidadãos”. E defendem a redução do Estado e do seu papel, mas reduzem isso a despedir funcionários públicos e raramente se preocupam em mudar os procedimentos kafkianos.

Este desgoverno é um exemplo claro de aversão visceral pelos funcionários públicos, que apresentam como sendo uma “despesa” e um “encargo” que asfixiará os “contribuintes” que parece assumir-se sejam apenas os cidadãos “privados”.

Tretas.

Eu sou trabalhador do Estado, enquanto professor, mas não deixo de ser cidadão e contribuinte.

Como exerço uma actividade, mesmo que pouco significativa, de tipo “independente”, sou duplamente massacrado pela “máquina” desse “Estado” que os nossos desgovernantes liberais equiparam com procedimentos progressivamente mais discriminatórios para com todos os cidadãos e, em dose dupla como já referi, para quem trabalha para esse mesmo Estado.

Isto é simples… como funcionário do Estado, a “máquina” tem acesso a todos os meus dados ao nível remuneratório e fiscal. Não há como escapar. Não há patrão privado para encobrir ou desviar descontos ou com quem congeminar “esquemas” de fuga seja ao que for.

Para além do IRS, da ADSE e da CGA/SS, ainda tenho (como tantos) o desconto das sobretaxas em cima de um salário que perdeu o nome e se tornou apenas (r)real. Tudo devidamente documentado.

Como trabalhador independente, o que recebi nos últimos anos como direitos de autor ou remuneração por outro tipo de colaborações, foi sempre declarado, após a reabertura de actividade em 2010. A declaração onde vão registados esses rendimentos é a mesma onde vão as deduções específicas que faço.

Mas essa declaração só serviu para a SS determinar que eu teria de fazer pagamentos mensais, não para verificar que já as fazia, mesmo depois de eu lhes escrever a dizer isso mesmo. Parece que as coisas se perdem no caminho, à chegada, sei lá.

A verdade, verdadinha, é que em vez dos cerca de 6.800 euros que alegadamente me dizem dever à SS (mais de 8.000 com juros de mora) eu descontei quase 12.000 durante os anos de 2010 a 2013.

Quem culpo pelo disparate, equívoco, erro, o que seja?

Não sei, porque não sei se existiu uma ordem para levar tudo à frente e recompensar os funcionários que levantassem mais processos, fizessem mais citações ou conseguissem intimidar mais outros cidadãos, públicos, privados ou público-privados.

Seja por mail, seja por telefone, os contactos exploratórios para reslover a situação foram animadores e mesmo com tom simpático (contacto telefónico), só sendo pena que cada um deles me tenha dado indicações diversas sobre os procedimentos a desenvolver.

Tudo bem… sou paciente e vou fazer as coisas das duas maneiras, porque assim, com cinto e suspensórios, é mais seguro que não fique com rabo (tributário) ao léu.

Mas continuo na minha… isto é culpa de quem? É culpa de quem manda mal, de quem executa mal ou de procedimentos de tipo abstruso que os “liberais” ainda reforçaram mais?

O ónus da prova é meu, mesmo se tudo está ao dispor da “máquina”… o esforço para verificarem se fiz descontos seria mínimo, mas tenho de ser eu a ir recolher as 4 declarações e enviá-las, por carta registada e mail, para departamentos diferentes da SS que me garantem depois encaminhar para o certo. Num caso com minuta para análise da dívida, no outro com mera exposição escrita.

Quem tem o poder para alterar este estado de coisas?

Os funcionários de base, que são avaliados por quem os manda fazer isto? Os modelos automáticos de detecção de pseudo-dívidas sem mecanismos de verificação e controle?

Ou quem tem o poder de legislar e decidir como tudo isto pode ser menos estúpido?

A reforma do Estado – a verdadeira – não passará por aqui?

Exmo(a) Diretor(a) / Presidente
do agrupamento de escolas

Após a primeira apresentação da “Uniforme Público”, a 24, 25 e 26 de Março de 2014, via correio eletrónico a todos os agrupamentos de escolas nacionais.
Sendo um processo inovador (pioneiro) em Portugal, na educação nacional. Devidamente legalizado e originalmente legitimado, perante os órgãos de soberania e instituições educacionais.
Venho solicitar a V. Exa., que submeta requerimento ao Presidente do Conselho Geral do v/ agrupamento escolas, para que seja incluída na ordem de trabalho da próxima reunião ordinária ou extraordinária, a apresentação do projeto “DMS-inovar e empreender” (Desenvolvimento Métodos Serviços de uniformes escolares) e  “Escolas com sucesso-todos iguais e diferentes”.
Deliberando por votação a participação do v/ agrupamento de escolas no maior e melhor processo Pedagógico, educacional, social e económico nacional.
Aguardando de V. Exa. uma resposta, em conformidade com Lei, nomeadamente a Constituição da República Portuguesa, Código do Procedimento Administrativo e Decreto-Lei nº 75/2008.

Com os meus cumprimentos;

José Luis Alves
UNIFORME PÚBLICO
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Sorte minha… como presidente de um CG ainda não me chegou tal coisa… Este foi recebido nos serviços administrativos de um agrupamento, algures, no país.
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Acrescento eu o vídeo promocional.

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