Domingo, 29 de Junho, 2014


Black Lips, Funny

Podem jogar pouco e a passo, metade estar com idade de reforma, mas… ainda acabam nos quartos de final.

O que prova que… podíamos ter feito bem melhor do que fizemos.

E de nada adianta apontar os erros cometidos lá fora com esta modalidade de desregulação do sistema.

Falam em “proximidade” e é como se o caciquismo se evaporasse e a gestão local fosse um mar de rosas e laranjas (e cravos, já agora) sem desprimor.

E quem está contra é: a) centralista; b) salazarista; c) conservador; d) todas hipóteses as anteriores.

«Escola pública nunca esteve em condições de ser tão forte»

Diretor Geral dos Estabelecimentos Escolares anuncia assinatura de 212 contratos para descentralização de competências.

De acordo com a Lusa, José Duarte destacou os «desafios que encerram os novos contratos de transferência de competências», para o qual Abrantes foi uma das autarquias convidadas como município piloto. O mesmo responsável fez notar a importância do «equilíbrio dos três vértices» que compõem a vertente educativa: o Ministério da Educação e Ciência, as autarquias e as escolas.

Mas, percebe-se que lá pelo MEC o produto é dos bons e dá belas mocas.

«A escola pública não está em risco e nunca esteve em condições de ser tão forte como hoje», afirmou o responsável do DGEstE, do Ministério da Educação e Ciência, tendo defendido uma «substancial melhoria de condições a nível geral, com valorização da escola pública nos últimos anos».

E nada de dúvidas. o PS concorda com isto, a começar pelo António Costa.

Marinho e Pinto disponível para “soluções” com PS e PSD

Marinho e Pinto. “O MPT vai permitir soluções de governo ao PS”

24horas

… quando um tipo já não tem paciência para levar uma discussão com escasso sentido até ao fim ou quando, percebendo-se que a coisa tem uma margem mínima de subjectividade, se prefere dar razão ao antagonista do momento do que prolongar o suplício que seria tentar que ele vislumbrasse um quantum de luz.

Ou quando se prefere declarar mais do que se recebeu ao fisco só para ver se ele nos larga. No passado, já funcionou…

Ou seja, já pago – literalmente – para não me chatearem.

O pior é quando as criaturas não pretendem, sequer, ter razão mas apenas chatear, chatear, chatear…

É válido para o fisco e para coisas aparentemente mais humanas.

E nessas alturas, juro que rejuvenesço um pouco…

 

A eliminação do México.

Penso eu de que.

É o que dá andar a mexer em papelada velha (nos intervalos de trocar contactos com o Fisco) … acham-se destas curiosidades…

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E eu já não sei bem o que pretendem, porque, agora, ao submeter uma segunda declaração de substituição, tive direito a um alerta a avisar-me que estou a declarar mais do que eles têm lá registado.

É pá… não é a primeira vez, mas começo a ficar chateado e respondi-lhes que…

Após justificação anterior, voltei a submeter uma declaração de substituição que, agora, apresentou um alerta de declarar MAIS rendimentos do que os que têm registados. Agora é que deixei de perceber o que a AT pretende… porque eu só posso declarar o que me pagaram e de que tenho comprovativos.

Como também tenho uma cartinha da Segurança Social para levantar… penso que me saiu a fava ou que…

 

O que é feito daqueles paquistaneses que eram enviados aos comícios do ps catar umas sandocas? Vo(l)tarão agora nas directas?

 

… incapazes de um momento de coragem e auto-responsabilização.

São eles os ídolos a que os políticos se querem ver associados quando há vitórias, não interessa como.

São o sinal de uma total ausência de carácter e sentido ético, sendo a verdade acessória para defender os seus interesses.

Suarez mente, todos sabemos que mente, mas isso não impede que o faça. Como em tempos, entre nós se negou a mão de Abel Xavier ou o encosto de João Vieira Pinto ao árbitro argentino e ainda se tentaram erguer como heróis simples meliantes ou gente incapaz de dizer “desculpem, errei”.

Pub29Jun14

Público, 29 de Junho de 2014

Lembram-se daquela enorme guerra que nos anos 80 e 90 se centrou na necessidade de garantir aos funcionários públicos a “liberdade” de escolher a instituição bancária onde o Estado lhes deveria depositar o salário?

Como sabemos todos, era uma guerra destinada a assegurar o redireccionamento de boa parte desse dinheiro para as instituições privadas que se desenvolviam em Portugal e que não olhavam a meios e argumentos para demonstrar o “sucesso” da sua gestão.

Após estes anos, o que temos?

Na maior parte dos casos, instituições falidas, quantas vezes a partir de negociatas de dentro, a necessitar que seja a “Caixa” a meter-lhes dinheiro para se safarem, a mesma Caixa que ao longo dos tempo fizeram os possíveis por erodir, sacando-lhes clientes e metendo-lhe administrações altamente partidarizadas para assegurarem os financiamentos “certos” aos negócios “certos”. E, claro, nem é bom falar na imensa tramóia do BPN que muita gente enriqueceu, mas que nada tem a ver com o seu declínio…

Agora, depois de lhe privatizarem as áreas de funcionamento mais lucrativas, como os seguros, também insistem no argumento da privatização, num processo que faz lembrar um BCP ou BES (ou mesmo Banif) às avessas. Ou seja, meter na Caixa os privados que interessam, como naqueles bancos se meteram os emissários políticos certos a partir do poder político público.

O que interessa é, com a malta bem presa pelos mecanismos actuais de funcionamento das finanças privadas quotidianas, colocar os gestores certos onde eles podem gerir o dinheiro alheio, com escasso risco de serem efectivamente responsabilizados por toda a porcaria que façam.

E ter um bento (mas não paulo) na SIBS a pressionar por mais taxas pela utilização de serviços que embaratecem as operações bancárias, ao mesmo tempo que escreve sobre ética nos negócios.

Ide roubar para a estrada que é mais honesto…

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