Domingo, 22 de Junho, 2014


jptdy
Sim, comprei mais umas pedritas.

… até o jogo acabar.

E a ver se, ao 6º jogo, finalmente uma equipa treinada por um português consegue marcar um golo. Na baliza certa, se não for pedir muito.

No exame, o texto publicado no grupo II é atribuído a Lídia Jorge. Este sábado, no entanto, a escritora, quando contactada pelo PÚBLICO, admitiu não estar absolutamente certa de ter escrito as duas últimas frases do testemunho analisado pelos alunos do 12.º ano e originalmente publicado na página 108 da edição da revista Camões n.ºs 9-10, de Abril-Setembro de 2000. Já Almeida Faria, que escreveu igualmente sobre Eça de Queirós um texto publicado na página 107 da mesma revista, assegura ter “a certeza absoluta de que as duas frases são” da sua autoria.

… mas soube bem.

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… para este  Verão cinzento.

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A entrada é mesmo a matar. Ou se entranha ou não se aguenta…

… entre a concepção de alegada racionalidade e eficácia financeira dos meios que é partilhada pel@s sucessiv@s ministr@s da Educação e aquela que eu defendo.

Se é verdade que muitas escolas deveriam ser fechadas por falta de meios e alunos, muitas outras dos milhares que foram encerrados desde há uma dúzia de anos deveriam ter continuado a funcionar, reforçando os seus meios e não transferindo os alunos para caixotes escolares, grandes superfícies em que cada miúdo de torna um número e não um indivíduo.

Não vou voltar a escrever o que já escrevi e disse e que já me valeu epítetos de conservador a salazarista, passando por despesista. Nem interessa que as acusações sejam incongruentes e incoerentes.

Resumo tudo referindo que não consigo, em muitos casos, ver vantagens na transferência das crianças muito pequenas para supermercados da Educação – mesmo que cheios de prateleiras de imensos produtos, muitos dos quais nem vale a pena consumir – quando poderiam ter um atendimento personalizado de proximidade, mesmo que com uma eventual maior ligação a outras escolas fora da sua zona de conforto.

Não consigo encontrar quase nenhum ponto de encontro com a mentalidade que impera na 5 de Outubro, nesta matéria, desde David Justino a Nuno Crato, passando em especial por Maria de Lurdes Rodrigues, e que constitui um dos traços mais marcantes de continuidade da política educativa em matéria de rede escolar… de um colaboracionismo activo na desertificação do país, de voluntário desinvestimento nas pessoas que são mais “caras” à unidade e de adesão entusiasmada à racionalidade financeira e à lógica concentracionária.

E até hoje não me foi apresentado qualquer estudo que demonstrasse que os alunos transferidos para os caixotes escolares passaram a ser melhor sucedidos, apenas me apresentaram médias que não me conseguem explicar se eles se integraram positivamente (até posso acreditar que sim) ou não. e dizer que fechar escolas de proximidade combate o abandono escolar, mais do que uma falácia, é uma falsidade evidente.

Ministério da Educação fecha 311 escolas do 1.º ciclo no próximo ano lectivo

A posição da maioria das autarquias já nem sequer me interessa, pois é fácil perceber que grande parte delas se rende logo que lhes é acenado com o desejado “envelope financeiro” e muitas são as que anseiam, com escasso pudor, por “mais competências” que é para colocar os incompetentes caciques locais a mandar nas escolas públicas… quando o não conseguiram através dos Conselhos Gerais.

miguel gaspar

Mini auto-bio.

 

PubRev22Jun14

A história nunca contada dos portugueses nos campos de concentração

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