Quinta-feira, 19 de Junho, 2014


The Police, De Do Do Do, De Da Da Da

… é o take-over do país, por via dos partidos do desgoverno, pelos interesses e negociatas sino-tropicalistas.

Ainda não conhece o Vitório? A VISÃO conta-lhe tudo

A VISÃO conta-lhe quem é Vitório Cardoso, o macaense do Conselho Nacional do PSD e assessor da CPLP, que elogia a ditadura de Salazar e a PIDE, e acompanha uma boa parte dos negócios e investimentos entre Portugal e a China.

Em especial para os futuros candidatos ao Ensino Superior.

Dados e Estatísticas de Cursos Superiores

Agradecendo a referência ao M. Rodrigues.

Caro colega Paulo Guinote,

De acordo com a documentação em anexo, pedimos o favor de divulgar no Blog “A Educação do meu Umbigo”, a sessão temática denominada “Os Produtos de Apoio no Acesso ao Currículo do Aluno com NEE”, dinamizada pelo CRTIC Sintra, a realizar-se no Auditório da Escola Básica e Secundária de Gama Barros, Agrupamento de Escolas D. Maria II, Sintra, no dia 24 de junho de 2014, entre as 10h30 e as 12h.

A inscrição pode ser feita através do envio da ficha em anexo preenchida para o seguinte endereço de correio eletrónico: educacaoespecial.dmariaii@gmail.com.

Atenciosamente,

Sandra Simões
Marina Abrantes

Educação Especial
Centro de Apoio Psicopedagógico ao Aluno (Projeto K)
Escola Básica e Secundária de Gama Barros (Escola Sede)
Agrupamento de Escolas D. Maria II

Panfleto_Sessão de Esclarecimento_CRTIC_(1)

Anexo: Folha de Inscrição.

 

do ilocutório? Decreta-se?

 

 

Este Poiares saiu-nos mais maduro nos truques típicos dos jotinhas do que parecia.

Pub19Jun14

Público, 19 de Junho de 2014

 

 

… de escasso agrado para os actores institucionais na área da Educação, embora pudessem ser bastante úteis para vida concreta das escolas.

Eu explico-me rapidamente… em tempos de desgovernação alegadamente liberal que pretende uniformizar carreiras na função pública, numa avassaladora tentação indiferenciadora capaz de fazer gemer de inveja qualquer bom ditador do proletariado, eu defendo uma tendência inversa em matéria de horários e remunerações de professores.

Concretizando…

Mantendo a estrutura-padrão do horário lectivo e não lectivo para todos os professores que assim a desejassem manter, deveria ser aberta a possibilidade de, por iniciativa dos próprios ou mesmo proposta da gestão das escolas, ser flexibilizado esse horário, para mais ou menos horas com a devida compensação remuneratória.

Porque há que ser muito franco… há quem por dedicação ou falta de outra ocupação, efectivamente pode estar na escola (e está em condições para isso) mais tempo do que o regulamentado, seja em aulas ou outras tarefas e há quem, por muitas, desvairadas e/ou justificadas razões, só faria bem a si mesmo e a quem o rodeia se estivesse menos tempo em aulas ou na escola.

Isto não seria um método para fazer engenharia de horários, pois não poderia implicar que o aumento das horas de uns levasse à dispensa de outros, vamos lá a entender-nos.

Nem seria para toda a gente começar a fazer rendilhados.

Seria para adequar o horário às capacidades de cada um, em articulação com o interesse da escola no sentido de um trabalho mais eficaz com os alunos.

Se alguém, para além do horário lectivo, pode dispensar mais 10 ou 12 horas (em vez de 3 ou 4) não lectivas semanais à escola para tarefas relevantes com tutorias ou mediação escola-família, animação de actividades extra-lectivas, porque não deve isso ser compensado em vez de se esperar pela boa vontade ou voluntariado?

Se alguém, em contrapartida, não se sente em condições para assegurar um horário completo, mas pode leccionar 70 ou 75% do seu horário, porque não fazê-lo com o correspondente ajustamento salarial que esteja disposto a sofrer?

Mantendo sempre o padrão-base e o cálculo da hora e trabalho para estas variações, assim como o tipo de vínculo laboral.

E, como parece evidente, permitindo uma ligeira (e justificada) margem de autonomia financeira às escolas que agora não existe.

Será esta uma ideia demasiado liberal para vós?

Ou estão a ver obstáculos inultrapassáveis que eu não estou aagora a vislumbrar.

... os professores voluntários não foram suficientes, nem suficientemente voluntários. E ele ainda acha que tem o direito de – embora tendo as pretensões de “autonomia” – considerar que tem jurisdição para lançar postas de pescada sobre o desempenho profissional dos professores e a utilização do seu tempo.

Ao senhor Iavé – houvesse ministro da Educação em Portugal que não se entediasse com o desempenho das suas obrigações – não valeriam o ar british e a pretensão de superioridade ética e intelectual que pavoneia pelas suas cercanias e já teria ido para o olho da rua, que certamente seria bem acolhido em outras paragens mais autónomas ainda.

O senhor Iavé, apesar de autónomo, deveria entender a extensão das suas funções e o decoro que se exige às declarações que faz sobre os outros. Fosse eu professor ainda classificador e ele ficaria a brincar sozinho com os testes made in Cambridge.

Não se trata de limitar a liberdade de expressão, mas apenas de lhe explicar que se gosta de achincalhar terceiros por não fazerem o que ele quer, deve estar preparado para receber em troca o equivalente tratamento por isso mesmo.

O senhor Iavé é mal educado. Porque não é mal educado apenas o bruto que diz palavrões ou grosserias explícitas, mas também o senhor bem apessoado, com elegante botões nos punhos de renda, que trata sem educação quem não conhece e faz juízos de valor sobre a sua ética profissional.

Se os outros têm deveres, ele também os tem, a começar por alguma reserva como se expressa em público. Repito… fosse eu professor de Inglês e já teria tentado perceber porque a APPI anda um bocado em rodopio nesta matéria, com posições que de firmes me parecem cada vez mais sinuosas.

Já se percebeu que para o ano a coisa vai ser obrigatória, porque assim o senhor Iavé obrigará o MEC a decretar porque o senhor Iavé é aquele a quem todos devem obedecer, mesmo quando é ele que se espalha ao comprido, como aconteceu neste caso ao contar com o trabalho alehio para fazer floreados.

Tomara que ele tivesse tanta preocupação com a qualidade das classificações de testes, provas finais e exames e não existisse apenas pressa em que as coisas sejam despachadas.

E: O atraso na divulgação das notas deve-se à pouca colaboração dos professores afetos à correção? Ou há outros fatores que explicam o não cumprimento da data inicialmente fixada?
HS:
Cerca de 50% dos professores que intervieram no processo de classificação da componente escrita tiveram uma participação inferior ao esperado, na prática inferior a cerca de cinco horas de trabalho efetivo.

E: No email que o IAVE enviou às escolas, destacava-se a “elevadíssima qualidade técnica” dos professores que corrigiram as provas e revelava-se que dos 1100 docentes envolvidos no processo apenas 400 tinham cumprido. O que se passou?
HS:
Apenas pouco mais de 450 professores dos 1091 certificados estiveram envolvidos de forma regular no processo e classificaram um número de itens considerado adequado ao expectável. As razões do não envolvimento dos demais desconhecemos.

Vale a pena salientar que se entende por participação esperada cerca de 10 a 12 horas de trabalho ao longo de 10 dias úteis (cerca de 1 hora por dia). Se todos os professores classificadores tivessem tido um nível de participação como o referido, a classificação da parte escrita teria sido concluída no dia 23 de maio, como previsto, e não apenas no passado dia 10 de junho.

E: É grave, na opinião do IAVE, haver professores que não corrigiram as provas de Inglês no prazo estipulado?
HS:
As respostas às questões anteriores são esclarecedoras. O teste era de realização obrigatória e os professores são os únicos técnicos habilitados a classificar provas de avaliação de alunos.

Henricartoon8