Domingo, 15 de Junho, 2014


… e que precise de um estudo bué especializado do Banco de Portugal.

DN15Jun14

Diário de Notícias, 15 de Junho de 2014

… do que a boa imprensa nos quer fazer crer. Dos que são nomeados, apenas Mexia vai para além do que qualquer tatcherinho de há 30 anos iria.

Talvez porque seja o único que não pensa por uma cartilha única. Agora o Lomba, o Pereira Coutinho, o Raposo, o Tavares,  (por ordem decrescente de relevância) apenas repetem o que já lemos em tantos sítios há tantas décadas que um tipo fica entediado ao fim de dois parágrafos. Dos curtos.

Bem podem fazer retrospectivas históricas a legitimar-se que um tipo ainda ronca mais facilmente quando entram pelo território do liberalismo oitocentista, que aprenderam em segunda mão do Pulido Valente, do Rui Ramos, da Filomena Mónica e, nos dias bons, da Fátima Bonifácio.

Mas são óptimos a vitimizar-se como se fossem proscritos da comunicação social quando estão por todo o lado. Raposo diz que é por ser bom. Até posso concordar. Mas está longe de ser muito bom.

Muito bom é Mexia.

E mesmo muito bom é estar abaixo de um Miguel Esteves Cardoso em dia mediano.

Os intelectuais de direita estão a sair do armário

Quanto ao resto… têm razão numa coisa… a imprensa também está cheia de “intelectuais de esquerda” da geração deles que não valem um feijão bichado.

Mas têm todos ainda outra coisa em comum… mal chegam lá, tornam-se primadonas e nem se pense que se pode aplicar a eles o que eles aplicavam a outros.

Passam a sentir-se acima de…

E por muito que exibam indumentária informal e se afirmem meritocratas, a verdade é que raramente fizeram mais do que dizer como se faz. Fazer, nunca fizeram.

Mas são óptimos a aconselhar, a ser consultados ou assessorar.

 

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