Sexta-feira, 6 de Junho, 2014


Robert Palmer, Every Kinda People

Já vi, entristecido, que não andam por este blogue. Chuiffff…

A ordem para processamento dos vencimentos de junho, em conformidade com a deliberação do TC, foi emitida pela Direção-Geral de Planeamento e Gestão Financeira (DGPGF) do Ministério da Educação e Ciência, segundo uma nota informativa, cuja cópia foi disponibilizada hoje à comunicação social pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), numa conferência de imprensa, em Lisboa, após a reunião do secretariado nacional.

Conselho Nacional de Educação teme que novos cursos vocacionais sejam dados por “operadores” alheios à escola

CNE avisa que há alunos com NEE desamparados na atual legislação

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O CNE considera que é urgente identificar as respostas para os alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) para diminuir o tempo entre essa referenciação e a adoção de medidas educativas especiais. O CNE recomenda, por outro lado, que sejam acauteladas medidas de apoio através de uma intervenção precoce às crianças que tenham de adiar o ingresso na escola. Sugere uma medida educativa adicional que permita a adaptação do currículo às necessidades educativas dos alunos, mais flexível do que a medida “adequações curriculares individuais”. E não esquece o papel dos pais e encarregados de educação que, em seu entender, devem ter um papel ativo neste processo de construção de programas mais ajustados.

O CNE defende uma definição clara do perfil e competências dos docentes de educação especial, a definição de critérios rigorosos de recrutamento desses profissionais, bem como mecanismos legais que permitam a estabilidade, fixação ou recondução, desses técnicos. Nesse sentido, propõe “que sejam desenvolvidos processos urgentes e rigorosos de regulação dos cursos de formação especializada que revelam para o recrutamento de docentes de educação especial, com particular incidência na sua qualidade científica e na componente de prática pedagógica dessa formação”. Na sua opinião, os cursos de especialização em educação especial devem englobar unidades específicas para que os docentes adquiram estratégias e instrumentos de intervenção. E avisa que, com urgência, deve ser elaborado um plano de formação contínua para todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem de crianças e jovens com NEE, desde docentes a não docentes.

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“Sistema independente”
O projeto de diploma que aprova o regime jurídico do Ensino e Formação Profissional Dual também foi analisado pelo CNE. No seu parecer, a estrutura entende que na fundamentação deveria constar, de forma clara, que o ensino dual corresponde apenas à via de ensino e formação profissional – componente da oferta abrangida pelo alargamento da escolaridade obrigatória. E considera excessiva a expressão que este ensino deve ser “a grande aposta”. O reforço do ensino profissional é bem visto, tal como o envolvimento que esse sistema permite entre várias entidades. Mas há uma observação. “Não se pode no entanto aceitar que este reforço possa ser realizado à custa de uma redução da formação científica e cultural, que é tão necessária para a qualificação dos alunos e para a sua adaptação à variabilidade das condições do mercado de emprego”.

… são todos formados por equivalência na Lusófona (com a devida vénia ao Jornal do Fundinho pela utilização da imagem):

Juízes

 

Blogues temáticos bastante interessantes para o 2º ciclo:

9Ano – Preparação Prova Final Matemática

José Gomes Ferreira, de novo, ao seu pior nível.

E se, de repente, decidíssemos cumprir todas as leis?

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O ar messiânico destes tipos em boa parte porque têm acesso livre a um canal televisivo e a um jornal do mesmo grupo é algo que me deixa ainda meio espantado.
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Ele não percebe ou finge3 que não percebe a parvoíce que escreve ou apenas não entende que há uma enorme diferença entre não colocar todos os papéis no ecoponto e matar uma pessoa?

Será que ele não entende mesmo que há uma diferença entre o atropelo de direitos constitucionais e o incumprimento de uma regra de funcionamento do condomínio?

… não fosse o raio da sessão da coisa sigilosa a partir das 17.

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E antes que os críticos do costume façam o que é costumeiro, que tal lerem e verem primeiro estes retratos de um país que não é o das propagandas governamentais, mas antes o país periférico, em termos geográficos e sociais?

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O problema não é propriamente o “centralismo”, mas mais a incompetência, má-fé e desconfiança. Isso também existe a nível local.

Ilídia Cabral, a docente da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica Porto que esta sexta-feira lança o livro Gramática Escolar e (In)Sucesso, defende que a autonomia que alegadamente tem sido concedida pelo Ministério da Educação às escolas públicas “é uma falácia”. Isto, justifica, na medida em que aquela “é constantemente colocada em causa pela falta de recursos humanos e pelo centralismo das políticas educativas”, com consequências para a Educação que considera “gravíssimas”.

“No sector da Saúde, na maior parte dos casos, os cortes orçamentais têm efeitos imediatos, perceptíveis. Na Educação, os danos só serão visíveis dentro de alguns anos, o que permite que os problemas se instalem sem causar alarme, prejudicando irremediavelmente as escolas, os alunos, os professores e as comunidades”, alertou aquela especialista, em declarações ao PÚBLICO.

Aceitam-se parabéns e outros donativos em espécies ou géneros.

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Chris Hedges, American Fascists, pp. 16-17.

Lá como cá.

“Liberdade”, “verdade”,  são palavras que eles usam com profusão, mas que esvaziaram do sentido que costumavam ter. É uma das estratégias mais habituais de todos os movimentos que visam manipular as consciências ou cidadãos. Independentemente do credo, político ou religioso.

Os juros da dívida de Portugal estavam hoje a descer em todos os prazos e a dois anos para mínimos históricos, abaixo de 1%, depois da intervenção de quinta-feira do Banco Central Europeu (BCE).
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Será que o “problema” não é outro?

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Esta já era a 24ª edição

é patrocinado pelas zero-zer0-agá e quarenta e uma da matina!