As razões estão longe de ser, em primeiro lugar, orrçamentais. Acima de tudo está uma ideia, mais forte neste governo e com maiores pretensos pretextos, de que as escolas deveriam ser disciplinadas e os professores domesticados ao serviço de uma ideologia que pretende nivelar a maioria por uma triste mediocridade.

Nuno Crato, o cultor do rigor e da excelência, tem sido o submisso rosto dessa política que, verdade se diga, não desagrada a vári@s d@s que o antecederam na pasta.

Austeridade nas escolas teve o triplo da dose prevista