Domingo, 27 de Abril, 2014


The Black Keys, I Got Mine

quem comia frangos no cerco ao Parlamento? É que o jornalismo, dito democrático, ainda se furta à verdade …

o prior do crato!

 

Por isto, por aquilo, por aqueloutro, …

[sem necessidade de link’s]

História e BD…

Quase 250 páginas.

Oba!

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da lei de ferro das oligarquias e da crise da democracia

 

… e o dragão dócil e  submissamente ajoelhou perante…

 

… deu para perceber que os lampiões precisam apenas de 10 jogadores para despachar o Porto mas de 11 para se enfrentar com o Sporting.

Também serviu para perceber que, ao contrário do que parecia, Luís Castro tem mais vocação para contabilista ou engenheiro náutico do que para treinador de bola de 1ª grandeza.

E que o Steven Vitória e o Ivan Cavaleiro devem já estar na lista de dispensas da Luz…

As escolas portuguesas sofreram uma série de obras de melhoramento essencialmente durante o Governo de José Sócrates, através da Parque Escolar. Foi uma boa medida. Pecou pelos excessos. Sabe-se agora que, além do essencial e necessário, houve casos de muitas extravagâncias, desde design de autor a assinaturas de arquitetos, que encareceram os projetos.

Sempre se soube… desde praticamente o início.

E foi denunciado… mas a festa tinha foguetes e salpicava muita gente de coisas boas. E os amigos do engenheiro acusavam quem criticava e avisava de serem retrógrados, verdadeiros velhos do restelo a não querer ver o progresso.

Mas agora parece ser mais útil protestar ignorância em relação ao momento em que tudo deveria ter sido escrutinado, indo-se a tempo de evitar muitos dos excessos, dos erros e, principalmente, do agravamento das assimetrias que a Parque Escolar introduziu na rede de escolas públicas.

As obras arrastam-se?

Pois… arrastam-se… porque tudo foi mal planeado e pensado de uma forma que deixou as escolas com estruturas a três ou mais velocidades…

 

… em Liverpool, com meia equipa de reservas?

E tudo se vai acabar por resumir ou polémico jogo perdido com o Sunderland…

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Não posso exibir mais, pois não fazia parte das minhas leituras mais regulares, mesmo se reconheço a sua imensa erudição e qualidade estética e considero ainda a hipótese de comprar a sua tradução monumental d’As Rimas de Petrarca.

Secret Teacher: we shouldn’t shy away from examining students

At some point in life, we all have to step up to plate and perform in tests. So why should we shelter pupils from this experience in school? asks Secret Teacher.
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E para quem fala na obsessão do ensino centrado em exames, eu responderia que essa obsessão só existe se alguém a alimentar.
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Eu só agora (ao fim de quase 340 aulas em dois anos lectivos) é que estou a treinar num treino específico dos petizes para a sua estreia em exames de 6º ano. Irei ocupar umas duas semanas de aulas (12 tempos) ou pouco mais, o que é muito pouco para um total que deve rondar as 380 aulas no total do ciclo mais curtinho de escolaridade. Uns 2,5% das aulas. Não me parece exagerado.
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Sim, já sei, no Secundário é tudo diferente. Nem vale a pena atirarem já com a artilharia da responsabilidade acrescida.
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Mas eu penso que há algo semelhante: se nós dermos as nossas aulas com a preocupação de os ensinar bem, o exame é um detalhe num processo em que os alunos devem estar preparados para responder acerca do que sabem, não digo a qualquer momento, mas pelo menos em datas mais do que conhecidas.
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E se o fizermos desde já, chegarão ao 9º e 12º ano muito melhor preparados para lidar com a natural pressão da vida.
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Claro que há sempre quem defenda o contrário e até tenha livros a cheirar a naftalina a legitimar uma escola sem amos, exames ou quaisquer formas de avaliação.
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Na Faculdade tive uma dessas. Curiosamente, fazia testes e exigia recensões de livros, tudo feito de acordo com as suas convicções ou levávamos notas más. Mesmo se ela não era mais do incompetente na sua área.

Nem é o caso em concreto que me (pre)ocupa, mas um sistema global virtual que por funcionar em rede se tornou globalmente vulnerável de uma forma evidente.

Há filmes sobre isto há demasiado tempo.

Procuradoria de Lisboa desligou site para proteger sistema atacado

Procuradora-Geral Distrital de Lisboa revela que a página foi desligada preventivamente para garantir a protecção de dados. O site, atacado pelos Anonymous Portugal, só volta ao activo no inicio da semana. MP abriu inquérito e PJ, que investiga, aponta vulnerabilidades dos servidores do Estado.

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