Quinta-feira, 24 de Abril, 2014


 

Poupança com salários da função pública será de 1,2 mil milhões

A poupança com a factura salarial da Função Pública deverá atingir este ano 1,2 mil milhões de euros brutos, revela o relatório da Comissão Europeia sobre a 11ª avaliação ao programa de ajustamento português.

“Temos de fazer a função pública respirar”

O primeiro-ministro defende que é preciso corrigir a progressividade imposta pelos cortes dos últimos anos.

Será que é para respirar algum gás daqueles que… faz deixar de respirar?

25 de Abril, 40 anos depois…

4. A revolução em marcha…

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Porque foi decisiva a acção da coluna militar vinda de Santarém?

As unidades militares de Cavalaria eram, à época do 25 de Abril, as únicas que dispunham de carros de combate blindados – os vulgarmente chamados “tanques” – que conjugavam mobilidade e poder de fogo, o que, tendo em conta as missões a cumprir no âmbito do golpe militar, as superiorizava em relação a outras forças militares.

O governo não desconhecia este facto e, temente de uma acção militar que pudesse derrubar o regime, tinha colocado em todas as unidades de cavalaria da capital comandantes da sua estrita confiança. Dessa forma, as tropas de Cavalaria, essenciais na logística do 25 de Abril, teriam que vir de fora de Lisboa, e as mais próximas e disponíveis eram as da Escola Prática de Cavalaria de Santarém.É dessa forma que desde as horas iniciais se encontram os homens de Salgueiro Maia,

depois de uma marcha quase em contra-relógio desde Santarém, a ocupar o Terreiro do Paço, coração do regime, e mais tarde, já com apoio de outras forças que entretanto se lhes juntaram, cercarão o Quartel do Carmo para obrigar à rendição e deter o Primeiro-Ministro e os ministros que o acompanhavam.

O 25 de Abril poderia ter corrido mal?

Um golpe de Estado é sempre uma acção de alto risco, e o 25 de Abril correu bem por duas ordens de razões: ao contrário da tentativa improvisada de 16 de Março, foi uma operação militar muito bem preparada, na qual, e apesar do grande número de unidades intervenientes, todos os revoltosos sabiam claramente qual a missão a cumprir e tinham a determinação necessária para a executar. Do lado do regime, tornou-se evidente, por contraste, a falta de confiança e convicção demonstrada por aqueles que o deveriam defender.

Os episódios mais arriscados deram-se, como é sabido, quando as forças de Salgueiro Maia, ainda no Terreiro do Paço, se defrontam com diversas unidades de carros de combate das forças fiéis ao governo. Algumas destas viaturas tinham um poder de fogo muito superior ao dos blindados vindos de Santarém, que só não foi usado porque os respectivos comandantes se rendem, se passam para o lado dos revoltosos ou, quando isso não sucede e o próprio brigadeiro que comandava as forças fiéis ao governo dá ordem de fogo, os soldados se recusam a disparar contra os seus camaradas de armas.

Note-se que a eventualidade de as forças fiéis ao governo saírem à rua para defender o regime moribundo estava prevista no planeamento das operações militares e, na impossibilidade de tomar o comando de alguns regimentos da capital, o plano passava por raptar os seus comandantes, de forma a que, privadas de comando, as unidades ficassem inoperacionais durante a fase decisiva da revolução. Estas missões foram atribuídas a um grupo de “comandos” onde pontificava Jaime Neves e quase todas falharam, uma após a outra. Retrospectivamente, é curioso verificar como o “herói” do 25 de Novembro teve tão modesta prestação nas primeiras e decisivas operações do 25 de Abril…

SalgueiroMaiavitoria

… ao beija-mão. Ângela agradeceu, comovida, tamanha prova de devoção do seu pajem meridional.

Europeias: Rangel diz que Passos Coelho “bateu o pé” a Merkel na união bancária

Entretanto, Paulo Rangel vai resvalando de um discurso que há alguns anos revelava alguma inteligência para um discurso pleno de indigência.

Em fundo, ouvia-se…

Nick Anderson

(c) Nick Anderson

… feita no intervalo dos namoros online, como bem observaram a jonê e miguel o maior.

Portas

Há realmente gente com muito pouco com que preencher a vida. Há por ali vazios e insatisfações diversas que urgiria colmatar. E, para dar sentido a esse quotidiano plano e entediante, busca algo com que chatear o próximo. Digo-o tanto como professor como enquanto encarregado de educação.

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