Domingo, 20 de Abril, 2014


 

diz que o benfas não precisa de ir à câmara…

 

The Pretenders, Middle of the Road

… o Opinião Pública de amanhã de manhã na SICN vai ser sobre a Educação nestes 40 anos do pós-25 de Abril.

… ou programas de talentos.

A modos que vi o Brave para a miudagem.

Pareceu-me mais adulto, mesmo metendo fogos-fátuos, bruxas e coisas assim.

… há 4 anos, a malta à esquerda do PS era toda contra o PEC…

Eu ainda concordo com o que escrevi neste número do Escola-Informação, na sequência de um encontro-debate no Hotel Zurique de que me recordo muito bem.

Não +e por acaso que há cerca de uma década se tenta destruir a identidade profissional dos docentes.

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… o golo do Lima era “aquilo que todos esperavam neste estádio”.

Não sei se está a incluir os jogadores do Olhanense… 🙂

Secret Teacher: if you want teachers to be happy in the job, show them respect

Valuing and supporting students is a fundamental part of teaching. So why don’t we show the same concern for our colleagues?

… o Mourinho perdeu ontem com o último.

Embora, para ser rigoroso, ele não disponha de grandes simpatias entre os senhores do apito…

(e sim… o golo do sportengue, ontem, resultou de um penalty inexistente… mas levámos dois jogadores castigados para o jogo com o Nacional… e o Cosme Machado é… pois… coincidências… dá com uma mão e tira com a outra…)

Devíamos ainda pagar mais a este governo que tanto zela pela saúde de todos, desde jovens.

Cantinas universitárias servem menos um milhão de refeições

Em quatro anos houve uma quebra de um milhão e 200 mil refeições servidas nas cantinas do ensino superior público. Os estudantes “preocupam-se em trazer comida de casa”, diz o administrador dos serviços de acção social de uma das instituições.

Na falta de vontade para escrever sobre coisas mais interessantes – ou não – vou gastar algumas linhas com um comentário, algo lateral, acerca da incomodidade que alguns políticos sentem ao serem criticados por cidadãos comuns. Ou por alguém que julgam querer passar de cidadãos comuns a algo mais.

Não interessam agora os detalhes pessoais da coisa, pois nem foi caso inédito ou singular. Ainda me lembro da violenta reacção daquele Amorim morcão quando eu ousei questionar-lhe qualquer coisa ou mesmo uma reacção (pública, através do fbook) para além de qualquer minha deselegância de uma ctual secretários daqueles que não vão além de adjuntos.

Só que recebi recentemente um mail de uma pessoa da nossa classe política que não conheço pessoalmente e com quem nunca me cruzei na vida, mas que tive a sorte ou o azar de ter como governante e parlamentar e sobre cuja acção – neste caso, será mais inacção – tive a ousadia de dar a minha opinião aqui no blogue com uma sinceridade que parece ter sido contundente.

Ora bem… é a vida!

Tal como eu me presto a levar na cabeça pelos disparates que digo ou faço, com uma notoriedade a uma escala micro, também quem se deixa ir para cargos de responsabilidade macro se deve preparar para que nem toda a gente fique em estado de adoração.

Nem sequer se tratou de um texto particularmente adjectivado, mas parece que deixou um dos alvos com menor admiração pela minha sabedoria (e aqui sou obrigado a sorrir) e decidiu dar-me isso a conhecer.

O que eu até acho bem, aproveitando na minha resposta para corrigir factualmente a adjectivação efectivamente usada no tal post.

E para esclarecer que entre uma “sabedoria” mansa e moribunda e uma “não-sabedoria” ainda com alguma vida cá dentro, não há hesitações nenhumas da minha parte.

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