Quarta-feira, 16 de Abril, 2014


Depeche Mode, Just Can’t Get Enough & Everything Counts

… do que a reciclagem de ontem.

Adorei, adorei, adorei, aquela do castanheiro ser muito melhor do que um jacarandá para um rabo virado a norte.

Só sei me vou divertir seja qual for o resultado.

(muito chato até ao intervalo…)

(vou ler o resto para ver se o jovem Raposo também leva alguma bengalada…)

Em entrevista ao i, o secretário de Estado Pedro Lomba afirmou que a acção do governo está a recuperar “o espírito do 25 de Abril inicial”. Concorda?

O senhor secretário de Estado Pedro Lomba não faz a mínima ideia do que foi o 25 de Abril . Essa tentativa à posteriori de encontrar na acção do actual governo alguma coisa que tenha a ver com as condicionantes e as circunstâncias do 25 de Abril é do domínio da ficção política.

(…)

Há gente que veicula a ideia que a democracia foi construída contra o PREC, concorda?

Não. Na exposição que eu organizo na Assembleia não parto do princípio que haja uma interpretação unívoca do PREC. No período revolucionário realizaram-se quatro eleições: constituintes, legislativas, autárquicas e presidenciais. Só isso já nos levava a olhar de uma outra maneira para os acontecimentos. O PREC é o resultado de um tumulto que era inevitável ao fim de 48 anos de ditadura. A ideia que, depois do dia inicial e limpo, as coisas pudessem ser higiénicas é irrealista. Era inevitável que as coisas fossem complicadas e tumultuárias. Eu não direi que a democracia nasceu do PREC, mas direi que a democracia nasceu no PREC. Não entendo que seja possível, e nesta exposição eu faço o esforço para evitar projectar o politicamente correcto actual sobre o passado. Aquilo que se pretende mostrar na exposição foi que as instituições democráticas e a própria vitória da democracia, mesmo em relação aos protagonistas que eventualmente se batiam por outras soluções, foi construída durante esse tempo: o processo democrático normalizou-se mais tarde que 74 e 76, mas começou a ser construído no PREC. E começou no PREC, porque é evidente, quer se queira quer não, que houve uma certa alegria da liberdade e é inevitável que isso conduzisse a excessos. E não adianta penar sobre isso, de modo geral quem pena com os excessos do PREC é quem não gostou do 25 de Abril.

Mas que raio de comparação é esta? Mas quem seria Luís Montenegro sem que os militares tivessem feito o 25 de Abril?

Que raio de biografia tem este senhor que foi eleito, como são muitos outros deputados? De enxurrada, nas listas fabricadas pelas jogatanas partidárias das concelhias e distritais?

O que é que este homem fez pelo país que nos obrigue a ter de o ouvir, ver ou ler como se fosse um vulto da República que – como se nota . tanto parece desprezar?

Em suma… mas quem se acha este gajo?

“Isto não é o 5 de Outubro na Praça do Munícipio”

“Os militares não podem falar na sessão solene”. O líder parlamentar do PSD trava tentativa de volte-face nas comemorações do 25 de Abril.

Qual é o problema de se telefonarem? É o mais natural… eu estranhava é que não tivessem falado.

José Maria Ricciardi escutado seis vezes a falar com Passos Coelho

Para além de Passos Coelho, José Maria Ricciardi foi também escutado a falar sobre as privatizações da EDP e da REN com o ex-ministro Miguel Relvas.

Assunção Esteves faz as pazes com Vasco Lourenço

(…)
Chegou 15 minutos depois da hora inicialmente prevista e foi recebida à porta por um afável Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril. “A ideia era vir almoçar mas não deu”, confessou antes de entrar no elevador com o coronel, que a levou para uma breve visita guiada pelo edifício da Associação, na rua da Misericórdia, em Lisboa.

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