Vou deixar de alinhar naquela treta do eufemismo de chamar a estes dias “pausa lectiva”. Contra mim, o digo… a certa altura interiorizamos mesmo o lixo propagandístico desta gentinha que se entreteve tempo demais a acusar-nos de privilegiados quando eles, quantas vezes, muito menos fazem e merecem.

Estou, pois, de férias e acho que isso deve ser assumido, mesmo que algum imprevisto me possa fazer ir à escola resolver isto ou aquilo. Mas este período que durante tanto tempo foi chamado de “férias” assim deve continuar a sê-lo e a ser praticado, como direito pelo trabalho desenvolvido e se me apanharem outra vez a dizer “pausa lectiva”, armado em parvo, martelem-me o cocuruto sem parcimónia ou cerimónia.

A comida é sulista, pouco elitista e foi servida e consumida  com a devida liberalidade, enquanto não decretarem que professor nem salário deve receber.

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