Divulgada, com gosto, a pedido do autor, pois quando se quer polémica e debate, nada como debater e polemizar.
Abril 7, 2014
Carta (Agora Aberta) À Senhora Professora Maria Filomena Mónica – José Calçada
Posted by Paulo Guinote under Carta Aberta, Educação, Inspecção, Polémicas[11] Comments



Abril 7, 2014 at 10:25 pm
Lembro-me de, por algumas vezes, o inspector Calçada passar em trabalho pela minha escola (Sec. de Felgueiras) e tenho dele e de mais alguns outros inspectores a melhor das impressões. Mas, claro, em relação a outros, tenho uma opinião bastante diferente…
Quanto à MFM, concordo com o Paulo e com o inspector, o trabalho é demasiado superficial e sensacionalista.
Abril 7, 2014 at 10:46 pm
Não li os livros da celeuma, não tenciono ler, mas aprecio quem de fora fale sobre o mundo dos professores e permita que os “outros” tenham uma visão da escola diversa da do preconceito dominante…
Dos depoimentos que tenho assitido à Maria Filomena Mónica encontrei isso – alguém de fora a elaborar uma imagem que sai do discurso pop mais comum, feito por ousiders, sobre a escola.
Há problemas com a cientificidade das obras? se sim, e daí? até porque o trabalho científico que se tem produzido sobre o universo dos prfessores, feito com todos os requisitos metodológicos da ordem, não tem levado a coisa boa!
E, por outro lado, se calhar o que tem faltado é produção ensaistica e mesmo ficcional “de massas” que mostre o que a escola tem sido!
Abril 7, 2014 at 11:02 pm
Para mim há uma grande, uma ENORME diferença entre MFM e os restantes comentadores do ensino e que a torna merecedora do maior respeito: ela quis dar aulas numa escola pública (não me recordo de que ciclo) para contactar com a realidade (o ME não autorizou). Isso faz toda a diferença. Eu não tenho paciência para ler ou ouvir “comentadores de bancada”, a maltinha das ESES e universidade, pedabobos da treta que fogem das escolas como o diabo da cruz, mas que não se ensaiam nada para mandar palpites sobre como deve ser o trabalho dos professores.
Outra coisa: MFM também falou, sem papas na língua, acerca do preconceito e do desprezo que muitos profs do “superior” nutrem pelos professores do ensino não superior. Aquele tipo de coisas que todos pensam mas ninguém diz… O que no caso do ensino superior português é muitas vezes anedótico, tendo em conta a quantidade de cretinos (conheço alguns) com mestrados e doutoramentos, mas sem o discernimento suficiente para aviarem um recado simples como comprar uma embalagem de açúcar na mercearia da esquina.
Abril 7, 2014 at 11:14 pm
Falhou a educação metafísica, a metaquímica, a metaestérica, a metateoriadetudoedascordas.
Só as metas não falharam, estão lá.
Abril 7, 2014 at 11:30 pm
Li a carta de uma forma descuidada. Achei-a sintomática… de quê? deixo ao vosso juízo.
Raras foram as vezes com que me cruzei com a Inspeção / inspectores. E é pena; na escola, em todas as escolas por onde passei, sempre e em todas as circunstâncias, quando se fala na Inspeção o ar enche-se de graça!
Abril 7, 2014 at 11:35 pm
Geadas da década de quarenta do século passado que querem ser dj’s.
Abril 7, 2014 at 11:37 pm
Dj’kalk vs Dj’who cares.
Abril 8, 2014 at 11:43 am
#3,
Em regime de voluntariado, ela poderia fazer isso e muito mais.
Quanto aos “preconceitos”, olha que…. cala-te boca que eu não devo dizer tudo o que tenho na cabeça.
Abril 8, 2014 at 1:06 pm
se a senhora D. MFM, quiser fazer voluntariado na minha escola, bora aí… há montanhas de coisas pra fazer, qt a ser colocada numa escola, terá que se sujeitar, como os outros, a concurso.
Abril 8, 2014 at 3:00 pm
#8 – os preconceitos dominantes que circulam fora da escola sobre os professores podem ser expressos por fórmulas como: “os meus filhos são uns génios, os professores é que os estragam” …
Abril 22, 2014 at 8:05 pm
Confronto de egos…
Passo.