Quinta-feira, 3 de Abril, 2014


Snow Patrol, What If the Storm Ends

De: DGEEC-DEEBS [mailto:dgeec.deebs@dgeec.mec.pt]
Enviada: APAGADO
Para: APAGADO
Assunto: Necessidades Especiais de Educação 2013/2014 – Questionário eletrónico APAGADO

Assunto: Necessidades Especiais de Educação 2013/2014 – Questionário eletrónico.

Estimado/a Diretor/a:

Como será do seu conhecimento, a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) assume as funções de órgão delegado do Instituto Nacional de Estatística para as funções de produção e difusão de estatísticas oficiais da educação, formação e aprendizagem, ciência e sociedade da informação e a Direção-Geral da Educação (DGE) tem nas suas atribuições “Coordenar, acompanhar e propor orientações, em termos científico-pedagógicos e didáticos, para a promoção do sucesso e prevenção do abandono escolar e para as atividades de enriquecimento curricular e do desporto escolar, designadamente atividades de orientação e medidas de apoio, recuperação e complemento educativos, em particular as destinadas a alunos com necessidades educativas especiais”.

Nessa qualidade, e com vista à concretização da operação estatística “Necessidades Especiais de Educação 2013/2014”, solicita-se a V. Exa. a resposta ao questionário em epígrafe – acessível no endereço eletrónico http://web01.misi.edu.pt/no prazo máximo de dez dias úteis. Para o efeito deverá utilizar o “código” (identificação do utilizador) e a “palavra-chave” anteriormente atribuídas pela DGEEC ao seu estabelecimento de educação e ensino.

No caso de um agrupamento de escolas, a identificação referida no ponto anterior permite à sede do agrupamento aceder e responder ao modelo relativo a cada uma das escolas do agrupamento, sendo necessário garantir a existência de uma coordenação efetiva do processo de resposta, por forma a que no final seja reportada a informação relativa a todas as escolas do agrupamento.

Se subsistirem quaisquer dúvidas no preenchimento do questionário queira, por favor, contactar a Direção de Serviços da Educação Especial e Apoio Socioeducativo, da Direção-Geral da Educação:

  • Telefonicamente, através do número 213934532 (entre as 9:00 e as 17:00 horas)
  • Por correio eletrónico, através do endereço dseeas@dge.mec.pt

Por fim, recordamos a V. Exa. que, nos termos do artigo 4.º da Lei n.º 22/2008, de 13 de Maio, a resposta ao presente inquérito é obrigatória, e que os dados estatísticos poderão ser disponibilizados a outros serviços centrais e regionais do Ministério da Educação e Ciência, enquanto informação de gestão do Sistema Educativo.

Com os nossos melhores cumprimentos,

O Diretor de Serviços de Estatísticas da Educação

 

pinto da costa, mst e o que mais se saberá pelas comadres.

 

 

Inquietava gente importante?

Até há 4 portugueses em campo, o que é raro em jogos europeus com equipas portuguesas.

Os quatro foram formados no Sporting.

Isso já é mais habitual.

até logo

não é o Benfas…?

A última turma de testes a ser corrigida.

Procrastinei até aos limites do possível.

Arghhhhh….

Chegou-me por mail devidamente identificado:

Caro Paulo Guinote,

Apesar do Despacho n.º 4168-B/2014 de 19 de Março referir que adesão à bolsa de professores classificadores seria VOLUNTÁRIA e que esses mesmos professores  receberam formação específica da Cambridge English Language Assessment, o IAVE está a pressionar (leia-se obrigar) as escolas a indigitar professores para serem professores classificadores sem que lhes seja dada a possibilidade de se negarem a tal serviço.

Curioso ainda que o nosso Ministro, em Setembro de 2013,  tenha dito que o exame seria implementado sem qualquer custo para o Estado e depois envie um email aos professores de inglês que se voluntariaram para serem professores classificadores com o seguinte teor:

 

Caros Professores/as de Inglês

Considerando a necessidade da colaboração de um número de professores (Speaking Examiners) que garanta o processo de aplicação do teste Key for Schools, tendo em conta o Despacho n.º 4168-A/2014, de 19 de março, bem como a informação enviada aos Diretores dos Agrupamentos de Escolas/Escolas não agrupadas, agradecemos que manifestem as vossas disponibilidades de horário para a realização das sessões de Speaking, junto das Direções das Escolas onde exercem funções. Relembra-se que, de acordo com o Despacho referido, constitui dever dos professores que se voluntariaram e realizaram a formação promovida pelo IAVE e por Cambridge English participar no processo de classificação e de avaliação do Speaking, não estando prevista a figura de desistência do processo após terem sido suportados pelo MEC os custos inerentes à sua formação.

Agradecemos ainda, caso ainda o não tenham feito, que concluam a vossa certificação na plataforma do Cambridge. Para acederem à plataforma, podem usar a palavra de acesso que vos foi enviada. Caso não tenham a palavra-passe, podem solicitá-la através do vosso Team Leader.

Se por qualquer razão não puderam frequentar a sessão de formação presencial, poderão ainda fazê-lo, em Lisboa ou no Porto, numa das sessões que estão a ser agendadas para o dia 11 de abril, sexta-feira. A certificação através da plataforma tem lugar após a sessão presencial.

Recordamos que devem levar para as sessões de speaking o código de Examiner, para poderem preencher devidamente as grelhas.

Com os melhores cumprimentos,

 

Compensa mais chumbar ou investir nos alunos?

Presidente do Conselho Nacional de Educação, David Justino, defendeu que é preciso «fazer as contas».

Investir, apostando em que os professores farão sempre tudo e mais alguma coisa, mesmo quando os desrespeitam anos a fio, denigrem profissionalmente e proletarizam materialmente?

Ou investir através de meios humanos especializados em aspectos que escapam a um professor regular e não formado em pedo-psiquiatria, psicologia ou em diversas terapias?

Porque há um erro dramático que anda a ser cometido por estes dias e que é, na base da aparente apatia que se vive, achar que os professores aceitaram todas as tropelias que se foram acumulando e que, perante a ineficácia das “lutas”, foram domesticados e se conformaram a fazer de forma acrítica o que deles quer uma classe política de ineptos (sim, estou a generalizar, tal como generalizam com a “cultura da retenção”).

Parece que não se percebeu ainda que a larga maioria – e não uma minoria – está esgotada, farta, desmotivada ou zangada. Ou uma combinação destes elementos.

Enquanto não perceberem isso, não perceberem que não é espezinhando mais e mais que conseguem melhores desempenhos, enquanto não perceberem que sem darem o exemplo de competência e integridade, não se chega a lado nenhum… o mais importante fica por compreender e por alcançar.

Enquanto o MEC não perceber que se encerrou num labirinto mental e enquanto quem anda ao redor do tema não perceber que a fractura entre a tutela e a generalidade dos professores é maior do que alguma vez foi e que sem actos concretos de tipo positivo, a colaboração é pouco maior do que nula, não se percebe o essencial do que se passa em muitas escolas.

Não devem apostar tudo no profissionalismo dos professores, quando diariamente os ofendem, nem que o medo é a única forma de condicionamento dos comportamentos.

 

… leio o Arlindo a reforçar a ideia que foi bom que a FNE tivesse acordado com o MEC uma forma da PACC ser operacionalizada, num momento em que se percebia que aquilo podia correr muito mal para os promotores da qualidade-do-professor-com-base-num-exame-escrito.

A Ressuscitação da PACC

Neste caso concordo com o Cão Danado.

Se o Arlindo acha que a PACC, sendo má, foi melhor se aplicada a menos colegas (argumento que é defensável, concedo), a verdade é que sendo má, ficou, permanecerá e será imposta, agora na componente específica, aos que que se podem considerar os abandonados e sacrificados do sistema, porque foram deixados sós, à mercê do arbítrio e da injustiça, na vaga esperança – sempre abalroada. de que o soft power da FNE produza efeitos ali no dealbar do próximo milénio.

Sobre este tipo de posição da FNE, que é compreensível numa perspectiva de parcerias preferenciais do MEC, basta-me relembrar os sorrisinhos e palmadinhas de cumplicidade, uma certa noite, nos estúdios da SIC, com um ex-péssimo ME, actual administrador da Casa da Música, quando havia já algo cozinhado e eu tinha ido lá apenas para ser atropelado ao vivo e a coisa correu-lhes mal.

O que mais me desgosta é ter confirmado, ao longo destes anos, que não posso confiar minimamente nos meus teóricos “representantes”, mesmo se eu não pago quotas para nenhuma das agremiações.

E confesso a imensa fartura que me despertam as coreografias guerreiras.

 

 

… e os portugueses estão muito mais slim para a época balnear, seguindo uma dieta-jonê sem bifes e frutas e peixe e essas coisas que fazem mal e ocupam tempo que podia ser usado para outras coisas.

Viva, viva, pois!

JN3Abr14Jornal de Noticias, 3 de Abril de 2014

Pub3Abr14DN3Abr14

Público e Diário de Notícias, 3 de Abril de 2014

Esta malta que vivia a comer acima das suas possibilidades… comam massa cozida… que é muito energética.

Ou brioches.

SONY DSC

Vai começar a época de incêndios. Aonde andarão as 150 mil cabras socialistas do armani & socas?

procura o abrigo de prometer telhas para evitar ficar sem tecto. Insegurança – por ausência de paredes.