… citemo-lo a preceito e com propriedade e não usando citações em defesa de escolas livres operárias para fingir que ele fala de escolas integradas grupos económicos ou confessionais e disfarçando isso com a “liberdade”:

Universale non vuol dire assoluto. Nella storia niente vi è di assoluto e di rigido. Le affermazioni del liberalismo sono delle idee-limiti che, riconosciute razionalmente necessarie, sono diventate idee-forze, si sono realizzate nello Stato borghese, hanno servito a suscitare a questo Stato un’antitesi nel proletariato, e si sono logorate. Universali per la borghesia, non lo sono abbastanza per il proletariato. Per la borghesia erano idee-limiti, per il proletariato sono idee-minimi. E infatti il programma liberale integrale è diventato il programma minimo del Partito socialista. Il programma cioè che ci serve a vivere giorno per giorno, in attesa che si giudichi giunto l’istante piú utile. (Tre principi, trei ordini, 1917, que se pode encontrar nesta versão dos Scritti Politici)

Avançando um pouco nesta divergência. A “liberdade” como ideia-limite esgota-se quase em si mesma e os liberais d’agora acham que o mercado trata do resto. A liberdade como “ideia mínima” parte da liberdade para tentar construir uma sociedade mais justa, em que a “liberdade” não é um cheque em branco para os predadores económicos e sociais.

O desejo de uma sociedade livre e justa não é uma questão de esquerda ou direita, nem sequer algo do Direito Natural, construção teórica divertida e tão conjuntural quanto aquelas que visa criticar.

O desejo de uma sociedade livre e justa não é uma questão de mais ou menos mercado, de mais ou menos Estado. É uma questão de decência humana, que podemos ver defendida de forma exemplar por, penso que estamos de acordo, Jesus Cristo, há quase 2000 anos.