Quinta-feira, 6 de Março, 2014


Tubeway Army, Are Friends Electric

apaixonados pela multa ao degrau.

E ele disse que não.

Rangel

Meninas, aquietai-vos. Olhai o recato.

Os jornalistas estão desanimados com a falta de confronto mais aceso.

Aguarda-se reacção dos tarólogos, desculpem, politólogos.

Há muitos polícias. Não sei o rácio entre fardados e por fardar.

É uma dúvida que me aflige.

 

Os russos putinistas ficam mais expansivos nas primaveras.

É esse projeto de liberdade, democracia, justiça e progresso social que há 93 anos defendemos que nos vincula e que nos distancia de opções e orientações da República Popular Democrática da Coreia.

Um distanciamento com dúvidas.

Blogs on Teacher Burnout

… há idiotas de primeira apanha. Gente sobranceira, emproada de sucesso, tipo piresdelima.

Vince Cable tells teachers: you know nothing about world of work

Business secretary’s speech appears to accuse teachers of failing to give students correct career advice.
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A diferença é que há quem tente remediar o mal, mesmo se o fazem de forma desajeitada, com o velho “fora de contexto”. Por cá ainda diriam pior…

Vince Cable did not mean to offend teachers, says Clegg

Deputy prime minister says business secretary’s comment about teachers not knowing about world of work taken out of context.

Ou no mundo universitário, pois no não superior as condições são bem mais desgastantes.

Dark thoughts: why mental illness is on the rise in academia

University staff battling anxiety, poor work-life balance and isolation aren’t finding the support they need.

Mas o que há de tão importante a esconder a (quase) todo o custo?

Só falta descobrirem agora que os processos, ou partes deles, se perderam, sem que se saiba como.

Pub6Mar14

Público, 6 de Março de 2014

O significado do regresso de Relvas a uma posição clara de facilitador significa que o seu amigo Pedro só é PM por procuração e que nunca teria chegado onde chegou sem o seu amigalhaço de todos os negócios e ascensões.

E significa que o gozo alargado com os portugueses assumiu uma feição institucional.

Que a falta de vergonha que se apontava ao engenheiro se encontra agora no economista. Uma licenciatura ao fim de semana de um não pode encobrir o camião de equivalências de outro.

O estado de degradação ética da política atingiu, de novo, patamares de completa falta de pudor e de sensação de impunidade. O que significa que o actual estado de calamidade é o mesmo que já vivemos. Mas muitas das alternativas são activamente coniventes, pois todos vivem rodeados por swarovskis. E outras têm, medo.

Ele sabe porquê e porque pode voltar assim.

E isto não é coisa que eu diga de ânimo leve ou apenas agora, porque o disse em devido tempo, em público, perante os emissários.

Mesmo que tenha de pagar por isso.

Mas não sou seguro. Sou o tal gordo esquivo.

Visao6Mar14

… enquanto se espera que alguém tenha coragem para uniformizar critérios de registo e actuação, em vez de encobrir.

Miúdos com raiva de gente grande

O retrato oficial é de um país com escolas tranquilas mas, aqui e ali, contam-se histórias de agressões entre jovens com graus de violência que impressionam.

E 17% equivale a cerca de 1 em 6, mas não nos vamos prender com isso…

Professores são 17% dos subscritores do Novo Rumo

Numa só semana, mil pessoas aderiram à declaração que os socialistas estão a promover, chegando assim a cerca de 3500 subscritores, onde quase um em cada cinco são docentes.

“Em apenas uma semana” mil pessoas subscreveram a declaração do “Novo Rumo”, que o PS está a promover. Dessas, 600 são professores, 500 dos ensinos básico e secundário e 100 investigadores e professores do ensino superior, segundo dados divulgados pelos socialistas, nas vésperas da conferência do “Novo Rumo” sobre educação, que terá lugar no sábado em Lisboa.

Já agora… quantos professores são militantes do PS e quantos dos que assinaram esse documento o são?

E, realmente, 500 professores em mais de 100.000… fora os desempregados…

Farto de conversa da treta… se a coisa é para 2015 e se o problema tem mais de uma década, porque andam agora apressados? Já sabemos e também já sabemos que a FNE até já assinou, não pode é dizer que as negociações coreográficas estão ser feitas depois das que são a “sério”.

A dirigente da Federação Nacional de Educação (FNE), Lucinda Dâmaso, afirmou esta quarta-feira que saiu “com mais dúvidas do que com informações” da primeira reunião com o ministério para a negociação do diploma sobre os concursos de colocação dos professores. “Estamos a falar de um assunto essencial para a vida profissional e pessoal dos docentes – não vamos abordá-lo com pressas e em cima do joelho”, afirmou ao PÚBLICO, criticando a forma como o Ministério da Educação e Ciência (MEC) está a conduzir o processo. A Federação Nacional de Professores (Fenprof) não se queixa da falta de tempo e já identificou pontos de divergência, como a continuidade da contratação de escola, que contesta.

… em que as classes profissionais incómodas para o poder que estava – a começar pelos intelectuais e escritores – eram despojadas das suas hipóteses de emprego, a menos que colaborassem no “bem como”, e obrigadas a sair do que então ainda não havia o cinismo de designar como “zona de conforto” e irem trabalhar como canalizadores, electricistas, varredores.

A lógica que se apresentava era a de igual merecimento entre todas as ocupações, independentemente das qualificações e vocações, mas o objectivo era a do amesquinhamento dos grupos desalinhados com a lógica da domesticação.

Estes pseudo-liberais têm muito dessa atitude e são mais parecidos com aqueles que criticam do que querem que se perceba.

Num momento em que temos pela primeira vez em 40 anos um governo assumidamente de Direita Liberal, com todas as suas consequências, porque é tão difícil ao Partido Socialista definir-se como um partido de Esquerda, com opções claras e não assombradas pela seu passado recente de terceira via?

E, em tal contexto, porque diabos continua a acreditar que só ganhando o centro pode chegar ao poder, quando o centro foi abandonado pelo PSD sem grandes dramas, abdicando mesmo do apoio de muitos dos históricos do partido?

E, ainda dentro da mesma lógica e juntando-lhe a crise autofágica do Bloco, que raios é a candidatura do Assis, aquele personagem em forma de parenteses curvo e reticências, sem nada lá dentro de substancialmente diferente de um PSD menos puxado à direita e com um fastio enorme a qualquer aliança à esquerda do PS?

Não percebi bem se a ideia é conseguir perder as europeias,porque os lugares de deputados europeus são suficientemente dourados para conseguir coisa muito mais apelativa.

S

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