Segunda-feira, 3 de Março, 2014


Lenny Kravitz, Dig In

A distância que vai entre a realidade e os comentários dos severianosteixeiras é uma coisa abissal.

Rússia invade a Crimeia para responder a pedido de Ianukovich

Embaixador de Moscovo na ONU apresentou carta do Presidente deposto a pedir intervenção militar para travar “guerra civil”. Estão a chegar camiões de soldados russos de ferry.

Ukraine crisis: US-Europe rifts surfacing as Putin tightens Crimea grip

Barack Obama threatens to ‘isolate Russia’ as EU ministers resist trade sanctions.
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E o olhar de lá…

ANVPC arranca amanhã para Bruxelas para ser recebida no Parlamento Europeu

Mas antes ao lado, que sempre podes levar uma cotovelada, do que atrás.

Relvas: “É ao vosso lado que quero caminhar”

… para as habituais coreografias anti-comunistas, por parte de uns, e anti-fascistas ou anti-nazis, por parte de outros. É só espreitar murais de redes sociais e blogues.

A última coisa que parece interessar é que um país em paz corre o risco de uma guerra civil com muito pouco em troca, pois não parece existir qualquer lado verdadeiramente respeitável em confronto, embora existam muitos “puros” dos dois lados, prontos para exterminar aqueles com que antes viviam, à boa moda da ex-Jugoslávia.

Mal por mal, um novo Egipto e não uma nova Síria.

Apenas regressou o facilitador a um lugar onde os deixa mais visível para todos aqueles que querem ser facilitados.

Relvas “surpreso” com “análises patéticas” ao “mistério” do seu regresso

Já é coisa com duas semanas, mas… este senhor deputado continua a aparecer como se fosse um dos senadores da República e… é apenas mais um ao serviço do jardinismo.

As histórias de horror dos deputados da Madeira

… criar disciplinas “novas”, amputando outras, muitas das vezes aquelas que são essenciais para que se possa partir para uma verdadeira inovação curricular.

A menos que eu “crie” qualquer coisa “nova” como Conhecimento dos Mundos Passados e retirar horas a História e Geografia de Portugal, dando fundamentalmente o mesmo, mas fingindo que estou a inovar com grande autonomia, passando a chamar húmido ao molhado.

Isto é uma mistificação, uma desonestidade política e intelectual, que o secretário de Estado debita com a menos atenção co que escolhe os punhos de camisa para a semana.

Uma verdadeira autonomia e inovação curricular não se decreta ou pratica dentro de uma  caixa fechada.

Novas disciplinas podem “nunca sair do papel”

(…)

O novo nível de autonomia permite às escolas usar 25% da carga horária anual para oferecer uma nova disciplina ou reforçar outras que já existem, mas ainda não convenceu as escolas. Para já, esta é uma possibilidade que apenas está ao alcance das que têm contrato de autonomia, cerca de um quarto. E para o presidente do Conselho das Escolas, as direções “numa primeira fase vão ser tentadas a reforçar a carga horária de algumas disciplinas, eventualmente aquelas que têm exames”. José Eduardo Lemos, também diretor da Secundária Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim, confessa que a sua própria escola ainda não decidiu o que vai fazer com esta flexibilidade de currículo.

O secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar sublinha ao DN que o objetivo do Governo é que as escolas tomem a opção com que se sintam mais confortáveis. “O que se pretende é que exista faseamento e que as escolas possam de uma forma confortável, olhando para os seus recursos humanos e potenciando-os, reforçar disciplinas ou criar novas disciplinas, tudo dentro dos 25% da carga horária”, justifica João Casanova de Almeida. Estes 25% podem ser retirados a todas as matérias menos Português e Matemática, que apenas podem ser reforçados.

Pub3Mar14

Público, 3 de Março de 2014

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