Adoro “liberais” que são contra a liberdade individual e tratam os eleitores como uns estúpidos.

E depois há aquela noção de “colectivo” numa perspectiva de discussão interna à maneira do centralismo pseudo-democrático, em que as divergências são anuladas no seu da “maioria interna” em nome da unidade para o exterior.

Estalinista e um pouco poucochinho, diria eu.

Luís Montenegro, em entrevista à TSF, acusa alguns antigos dirigentes do PSD, atuais comentadores televisivos, de confundir os eleitores com discursos que não estão alinhados com a direção do partido.