Segunda-feira, 17 de Fevereiro, 2014


Dum Dum Girls, Rimbaud Eyes (e versão ao vivo…)

 

não sou pai, nem tutor, nem doméstico dos alunos: uma avaliação credível…

… ou então tem razão, pois não explica que tipo de redistribuição foi feira… e é verdade que se tem andado a redistribui o dinheiro da maioria para encobrir os falhanços de gestão de alguns. mesmo daqueles que dizem mal do estado que dá emprego aos parentes.

“Provavelmente não há nenhum período da História recente portuguesa – talvez em 1975 – em que as medidas tomadas tenham sido tão redistributivas como foram agora”, sublinhou Fernando Ulrich. “Nunca provavelmente a esquerda fez em Portugal uma política tão redistributiva como a que tem feito o Governo do dr. Passos Coelho”, acrescentou.

Ulrich avançou ainda que o BPI encomendou um trabalho para ver como evoluiu a situação em várias categorias e que já dispõe de alguns resultados, mas que não está ainda em condições de divulgar.

Mas uma coisa pode afirmar: “As pessoas que mais ganham, tiveram cortes – seja pela via dos cortes, seja pela via da carga fiscal – muito maiores do que as pessoas que ganham menos. Com esta dimensão, talvez só em 75.”

“O que o dr Passos Coelho fez nessa matéria é tão redistributivo ou mais do que o Partido Comunista fez em 75, quando na altura não havia IRS; era o imposto complementar que chegou quase a 90%”, salientou.

RemunFev14

Isto não é esbulho fiscal, é roubo mesmo, logo à cabeça.

Os inteligentes que consideram que quem é funcionário não paga impostos, o que dirá a um desfalque superior a 10% ainda antes de qualquer desconto?

Até onde vai a liberdade de escolha na Educação?

Na educação, o debate sobre a “liberdade de escolha” tem vindo a centrar-se na (im)possibilidade de escolha da escola para os filhos e nos polémicos contratos de associação. Esta discussão, muito polarizada e regularmente estimulada pela publicação das classificações das escolas e de resultados dos alunos portugueses em testes internacionais, acaba por desviar a atenção sobre outros aspectos da liberdade de escolha na educação, como os que se relacionam com as opções curriculares, a gestão da sala de aula, as estratégias pedagógicas e os modelos de organização das escolares.

… através da sua extensão para seis anos (nos EUA pode ser de 3 ou 4 anos, do 9º ou 10º ao 12º ano, conforme os estados) e não da criação de pseudo-cursos de especialização nos politécnicos.

Para quem gosta de seguir os EUA e quer apostar nas STEM – e não estou sequer a dizer se concordo – este é um caminho possível para completar uma escolaridade obrigatória de 12 anos que, quase necessariamente, vai baixar os níveis de exigência no desempenho para muitos que só os querem completar…

Video: Is the Six-Year High School the Future of Education?

Alguns dados sobre a experiência que tem a “desvantagem” de não ser barata e implicar investimento no não-superior público, coisa que é muito mal vista nos últimos anos…

Também é uma solução que implica o envolvimento de grandes empregadores e não andarem os responsáveis pelo curso a mendigar estágios em empresas de vão de escada para fingir potenciais níveis de empregabilidade.

Six-Year High School Lets Students Earn a College Degree and a Job at IBM

New six-year tech high schools in Chicago to offer associate degrees

Six Years of High School? An Educational Experiment in Chicago

Should We Rethink How Long Students Spend in High School?

Should High School Last Six Years?

 

These Schools Mean Business

Corporations are helping educators train kids. It could save the middle class.

To Compete, America Needs 6-Year High Schools

From Brooklyn, Obama Touts Six-Year High School Model

 

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