Há bocado, por exemplo.

Num cruzamento, um tipo buzinou-me sem que me apercebesse da razão do seu descontentamento, pelo que parei, abri o vidro e da forma mais educada possível para quem ia almoçar perguntei o que se passava.

Resposta da criatura ao volante daquelas carrinhas enormes que comprovam que vivemos acima das necessidades (dele): “Já viu que se eu não tivesse parado no Stop ainda lhe batia!?”.

O que vale é que graças a uns restos de neurónio, ao acabar de verbalizar a parvoíce, apercebeu-se e nem sequer ficou para desfrutar do meu sorriso.