Portas elogia em Madrid “simplex” de Sócrates

Mas depois temos a pérola do arauto dos interesses privados na Educação, aquele que tem promessas a pagar e que já colocou o Pires de Lima onde pode sorver abnegadamente muitas das verbas do QREN para “as empresas:

Portas referiu-se ainda à reforma do sector educativo, considerando que a aposta deve ser em fortalecer as opções existentes na escola pública, que definiu como “a escola estatal ou não, que presta um serviço público mediante um contrato com o Estado”.

Neste quadro defendeu “dar responsabilidades e não apenas autoridade aos professores do sistema público” para criar “escolas públicas com projectos pedagógicos diferenciados” o que daria mais opções às famílias.

Dar mais opções às famílias, caro senhor vice-birrento primeiro ministro, é não defender um modelo de sociedade em que a miudagem já chega à escola em défice de todos os tipos.

Dar mais opções às famílias, cara senhor vice-aieuquerooantóniocomoministro primeiro ministro, é não as empurrar para o desemprego, a  emigração ou, no caso dos pensionistas, para o oposto do que sempre defendeu quando andava de manga arregaçada nas feiras.

Quanto às questões da responsabilidade, caro senhor vice-trocatintas primeiro ministro – comece por aplicá-las a si e aos seus discípulos, que são grandes na arte da diferenciação, mas da diferenciação entre a teoria e a prática. No dia em que a generalidade dos professores precisar de lições suas sobre responsabilidade é porque a terra passou a girar ao contrário.

Que sabemos que há dívidas pré-eleitorais a pagar a certos lobbys que se movem na área da Educação já se sabe, já não é propriamente um grande segredo, bastante ver como se agitam os queirozes&muñozes.

Bnezósdeus e a si também, caro senhor vice-muidevoto primeiro ministro.

iznogoud