Segunda-feira, 10 de Fevereiro, 2014


Prefab Sprout, I Remember That

… tinham que aparecer os suíços anti-gay:

ag

 

no partido “não há lugar para posições monárquicas ou anti-imigração”. E que estas são “incompatíveis com os princípios universalistas, solidários e igualitários do partido”

Heil!

Ed Miliband: Labour will give parents power to oust headteachers

Proposed public service overhaul includes education hit squads to boost performance of failing schools or teachers.

Agradecendo a referência ao Luís T. Ferreira:

Curricular Studies and their Relation with the Political Agenda for Education

A Montana School Just Fired a Teacher for Getting Pregnant. That Actually Happens All the Time

Last month, a Catholic school district in Montana fired middle school teacher Shaela Evenson for becoming pregnant outside of marriage. Evenson, who taught literature and physical education at Butte Central Catholic Schools for nearly ten years, was dismissed after the school district received an anonymous letter revealing her pregnancy. Despite the fact that Evenson’s principal has called her an “excellent teacher,” officials at the Roman Catholic Diocese of Helena, who oversee Evenson’s school, are standing by their decision. They contend that sex outside of marriage violates the morality clause in the teaching contract Evenson signed.

Passos paga 25 mil € a empresa para atender telefones

Primeiro-ministro invoca «ausência de recursos próprios» apesar de dispor de 10 secretárias e 21 administrativos na residência oficial.

passos-coelho-paulo-portas-cavaco-silva-vende-se-portugal

Portas elogia em Madrid “simplex” de Sócrates

Mas depois temos a pérola do arauto dos interesses privados na Educação, aquele que tem promessas a pagar e que já colocou o Pires de Lima onde pode sorver abnegadamente muitas das verbas do QREN para “as empresas:

Portas referiu-se ainda à reforma do sector educativo, considerando que a aposta deve ser em fortalecer as opções existentes na escola pública, que definiu como “a escola estatal ou não, que presta um serviço público mediante um contrato com o Estado”.

Neste quadro defendeu “dar responsabilidades e não apenas autoridade aos professores do sistema público” para criar “escolas públicas com projectos pedagógicos diferenciados” o que daria mais opções às famílias.

Dar mais opções às famílias, caro senhor vice-birrento primeiro ministro, é não defender um modelo de sociedade em que a miudagem já chega à escola em défice de todos os tipos.

Dar mais opções às famílias, cara senhor vice-aieuquerooantóniocomoministro primeiro ministro, é não as empurrar para o desemprego, a  emigração ou, no caso dos pensionistas, para o oposto do que sempre defendeu quando andava de manga arregaçada nas feiras.

Quanto às questões da responsabilidade, caro senhor vice-trocatintas primeiro ministro – comece por aplicá-las a si e aos seus discípulos, que são grandes na arte da diferenciação, mas da diferenciação entre a teoria e a prática. No dia em que a generalidade dos professores precisar de lições suas sobre responsabilidade é porque a terra passou a girar ao contrário.

Que sabemos que há dívidas pré-eleitorais a pagar a certos lobbys que se movem na área da Educação já se sabe, já não é propriamente um grande segredo, bastante ver como se agitam os queirozes&muñozes.

Bnezósdeus e a si também, caro senhor vice-muidevoto primeiro ministro.

iznogoud

Porque se há entre nós negócio em crise é o das grandes superfícies…

Leonardo Mathias, secretário de Estado Adjunto e da Economia, está a preparar alterações de fundo no sector do comércio e serviços. A eliminação das taxas para o início e o fecho da actividade, o fim dos pedidos de autorização de abertura de estabelecimentos ou a redução substancial do valor pago pelas grandes superfícies são medidas que defende.

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Há bocado, por exemplo.

Num cruzamento, um tipo buzinou-me sem que me apercebesse da razão do seu descontentamento, pelo que parei, abri o vidro e da forma mais educada possível para quem ia almoçar perguntei o que se passava.

Resposta da criatura ao volante daquelas carrinhas enormes que comprovam que vivemos acima das necessidades (dele): “Já viu que se eu não tivesse parado no Stop ainda lhe batia!?”.

O que vale é que graças a uns restos de neurónio, ao acabar de verbalizar a parvoíce, apercebeu-se e nem sequer ficou para desfrutar do meu sorriso.

Claro… a teoria de que aquilo era o cabelo do Jesus era demasiado rebuscada, embora credível. Até começarem a cair as placas, pelo menos.

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