Portugal não tem uma estratégia contra a corrupção

Comissão Europeia está preocupada com a corrupção no financiamento partidário e “funcionário públicos eleitos”

Mas não há a teoria transversal ao “espectro politico” de que basta ser “eleito” para ser impoluto, inimputável e acima de qualquer crítica?

A voz do povo não lava as fatinhas, os isaltinos e os valentins melhor do que o melhor dos omos?

Não há movimentos políticos “independentes” baseados no princípio do “foi eleito, é honesto cumó dalai lama?”