Segunda-feira, 3 de Fevereiro, 2014


The Jesus And Mary Chain, Happy When It Rains

Portugal não tem uma estratégia contra a corrupção

Comissão Europeia está preocupada com a corrupção no financiamento partidário e “funcionário públicos eleitos”

Mas não há a teoria transversal ao “espectro politico” de que basta ser “eleito” para ser impoluto, inimputável e acima de qualquer crítica?

A voz do povo não lava as fatinhas, os isaltinos e os valentins melhor do que o melhor dos omos?

Não há movimentos políticos “independentes” baseados no princípio do “foi eleito, é honesto cumó dalai lama?”

E assim se defende o rigor da formação académica, a qualidade do ensino politécnico e… se conseguem manter uns lugares à custa dos filhos do vocacional. E ainda há quem diga que os ramiros não fazem falta ali nos corredores…

“Meias licenciaturas” nos politécnicos aprovadas nesta semana mas sem se saber número de vagas

Cursos superiores de curta duração arrancam no próximo ano lectivo e duram dois anos mas não dão equivalência a nenhum grau académico. Politécnicos estão preocupados por não saberem várias respostas, nomeadamente em termos de financiamento.

Tanto trabalho a empurrar o Álvaro borda fora para ficar com as mãos na massa e agora ia falhar o essencial?

Ministérios em guerra para disputar verbas europeias

As disputas mais significativas são entre os ministérios da Economia e da Educação e Ciência.

Os ministérios estão em guerra para disputar os fundos comunitários. Agora que Portugal já entregou em Bruxelas o seu Acordo de Parceria, os vários ministérios tentam assegurar o maior bolo possível dentro dos vários programas operacionais, apurou o Diário Económico junto de várias fontes. A discussão gira, não só, em torno das percentagens que cada um poderá capturar, mas também sobre o controlo político e os respectivos mecanismos de governação.

No Ocidente, “podemos aprender muito com os pobres” na área da saúde

Nigel Crisp é um lorde inglês que quer virar o mundo de pernas para o ar nas políticas públicas de saúde. A Gulbenkian pediu-lhe que durante dois anos estudasse a fundo o nosso sistema. A conferência desta segunda-feira surge a seis meses do fim do trabalho.

(…)

A lição fundamental que aprendemos com os países pobres é que pessoas criativas que não têm meios usam as comunidades para dar resposta aos problemas da saúde. Em particular, fazem um uso muito maior das famílias e dos leigos, não separam a saúde das outras questões (como a educação) e põem em prática sistemas informais de prestação de cuidados. Uma coisa que nós, no Ocidente, vamos ter de aprender ou reaprender. Os sistemas e os profissionais de saúde não vão poder fazer tudo por nós. Temos de fazer mais por nós próprios.

A minha avó paterna, assim como a sua irmã, minha tia-avó, tinham um par de métodos muito curiosos para resolver a prisão de ventre. Um passava pela pessoa sentar-se no sítio adequado e bater com os punhos ritmadamente nos joelhos com um pouco de força. Penso que deveria ser a pensar na desobstrução pela trepidação.

Cheguei a usar sem sucesso.

Quanto ao segundo método, nunca me conseguiram convencer a usá-lo, mas acho que o recomendaria a este senhor lorde.

Sinto natural pudor em explicá-lo.

Ficarei apenas pela enumeração dos apetrechos: um talo de couve e algum azeite, que podia ser do mais corrente e barato.

já me foi devolvida, sem quaisquer juros, a minha contribuição forçada para o joelho educativo.

apenas denota a insegurança dos inafirmados em busca da norma d’outrem.

Não resulta, nem nunca resultou, a cópia sem origem não original.

Disse!

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