Domingo, 26 de Janeiro, 2014


U2, Please

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Praxes no Meco – completamente trajados?

 

 

É deprimente ver as facções de “lutadores” da chamada “esquerda radical” preocupadíssim@s em organizar a sua vidinha.

Num momento de avanço de medidas profundamente gravosas para o “povo”, o que encontramos na área política do Bloco?

Malta a sair de lá porque não teve os lugares desejados, com o objectivo de forçar convergências eleitorais das facções desavindas, a ver se conseguem garantir os tais lugares que sentem ser seus de direito.

Ou isso ou fazerem uma plataforma elástica para colarem ao PS.

Não percebo exactamente quais as grandes divergências programáticas… para além das tácticas de curto prazo.

Só espero que a Ana Drago não caia na tentação de alinhar com esta constelação de disparates sem significado fora de tertúlias microscópicas alimentadas a colunas semanais na imprensa.

Porque agora já não há qualquer preocupação predominante com a situação das “pessoas”, mas sim com cada um@ del@s em particular.

E nem vale muito a pena falar daquela coisa do Marinho (e) Pinto pelo MPT e o novo projecto +DP que nem se percebe exactamente o que é, qual novo MEP só que com outro Rui.

O pai Albino agora apresenta-se como professor Albino, com chancela do Partido do Seguro.

Temei, criaturas, temei, porque é possível que o destino ainda nos reserve pior do que o nosso pior pesadelo.

Na passada 4ª feira foram publicados 50 despachos (do 1028 ao 1077) de autorização de funcionamento dos tais Centros para a Qualificação e Ensino Profissional.

Uma coisa é notória… o esforço para que estes centros e o dinheiro que canalizam deixassem de passar pelas escolas públicas.

Há outras clientelas a satisfazer, sendo que seria interessante analisar algumas das organizações que ganharam esta lotaria.

Para além de isto demonstrar, mais uma vez, que Nuno Crato é perfeitamente incapaz de se impôr aos verdadeiros interesses corporativos em presença. Só é “forte” com os do costume…

Esta acumulação de funções é da mais daninha no actual modelo de gestão das escolas públicas.

Ministério recua na incompatibilidade entre a gestão escolar e exercício autárquico

Afinal, talvez os directores de escolas possam ser vereadores, membros das assembleias municipais ou presidentes das juntas de freguesia.MEC criou grupo de trabalho para estudar o assunto, o que satisfez socialistas e sociais-democratas, que avisam que há muitos dirigentes escolares entre os eleitos.

Um dia depois de ter confirmado a incompatibilidade entre a função de director de escola e o exercício de “qualquer cargo resultante das eleições autárquicas, seja o de vereador, de membro de assembleia municipal, de vogal de junta de freguesia ou outro”, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) recuou. Na noite desta sexta-feira, na sequência da notícia de várias situações de suposta incompatibilidade envolvendo autarcas do PSD e do PS e de pareceres contraditórios sobre o assunto, anunciou a criação de um grupo de trabalho para analisar a questão.

Eu sei que sou irritante, mas se não o fosse nem seria a mesma coisa…

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