UGT. “Temos o dever de não derreter a esperança dos portugueses”

Mas qual esperança? em quem? No quê? Nos vossos acordos? Nos desacordos dos outros? Mas de que raio de esperança fala este gajo? Nem todos podemos andar anos a fio à mesa das negociações e depois ser recompensado, qual proença, com um tacho brilhante como recompensa pelos serviços prestados aos poderes sucessivos…