A publicidade sai barata. Os materiais para uma turma em troca de divulgação nacional das marcas? Belo negócio!

Crato foi apresentar “a sala de aula inteligente”, mas “não há nada que substitua o professor”

A Samsung ofereceu os tablets, a LeYa os conteúdos. O ministério diz-se disponível para apoiar projectos deste tipo mas não há um plano nacional para levar estes equipamentos às escolas.

Já se fez alguma avaliação da chuva de portáteis nas escolas? Do e-escolas?